Alfama. O Bairro de Alfama em Lisboa não vive só dos Santos Populares, das marchas do fado e do Lisboa Downtown. Virada a sul com vista para o Rio Tejo, Alfama estende-se do Castelo de São Jorge à Doca do Jardim do Tabaco e é dos maiores destinos turísticos de Lisboa.
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sexta-feira, setembro 28, 2012
PROJECTO Nº 229 “PARQUE INFANTIL NO CASTELO DE SÃO JORGE
Proposta apresentada no Orçamento participativo com o objectivo de retirar os carros do espaço do núcleo museológico do castelo de São Jorge:
Pretende-se apresentar uma proposta para a criação de um parque infantil no Castelo de São Jorge, uma vez que não existem zonas verdes para as crianças brincarem no centro histórico de Lisboa. O Castelo de São Jorge dispõe de uma zona verde entre as muralhas do Castelo e o núcleo museológico, este espaço era usado pelos moradores e visitantes para descansar e conviver à sombra das árvores, até ser ocupado por um parque de estacionamento “temporário” para residentes.
A conclusão do parque de estacionamento do Chão do Loureiro, inaugurado em Junho de 2012, com tarifas especiais para residentes deveria ter marcado o fim desta ocupação “temporária”, o que infelizmente não aconteceu.
Trata-se de uma área verde privilegiada, no centro de Lisboa, no centro do Castelo, o espaço ideal para as crianças brincarem ao fim do dia, para programas familiares ao fim de semana, para passear, fazer piqueniques, visitar o núcleo museológico com vestígios islâmicos e da ultima habitação palatina destruída pelo terramoto de 1755. Actualmente o acesso a este núcleo encontra-se dificultado devido à cerca que veda a zona temporária de estacionamento (a passagem é feita por um estreito corredor na muralha do Castelo, o que impossibilita o acesso a pessoas com mobilidade reduzida e a carrinhos de bébé).
Com a eliminação desta barreira, proporciona-se uma maior fluidez entre as muralhas do Castelo, o núcleo museológico e o espaço verde com parque infantil que aqui se propõe. Tendo em conta a dimensão deste espaço arborizado, torna-o ainda convidativo para ser usado como parque de merendas. Seria ainda interessante, estudar a viabilidade de construir um parque temático para crianças relacionado com o Castelo, que seria mais um motivo de atracção para escolas primárias e infantários.
Estas propostas e a reabilitação da zona envolvente ao silo automóvel do Chão do Loureiro, juntamente com os projectos e empreitadas em curso para a criação de percursos pedonais assistidos desde a Baixa até ao Castelo de São Jorge tornarão a cidade mais acolhedora para turistas, visitantes e moradores. Com o intuito de que o maior número de cidadãos possa tirar partido da cidade, a optimização da utilização dos espaços verdes públicos existentes é fundamental para adequar a cidade antiga a todos os jovens que optaram por constituir família e habitar o centro da cidade. A concretização desta proposta, permitirá dar vida ao Castelo, para que o Castelo possa fazer parte de um maior número de vidas
segunda-feira, junho 06, 2011
INAUGURAÇÃO DO PARQUE DE ESTACIONAMENTO DO CHÃO DO LOUREIRO
Foi inaugurado no dia 2 de Junho um novo Parque de estacionamento no centro de Lisboa. O antigo Mercado que estava abandonado foi reconvertido para receber cerca de 190 lugares de estacionamento e um supermercado.
Estranhamente o Parque não permite a entrada de motociclos, que são a alternativa mais habitual aos carros, e é entre 60 a 66% mais caro para os residentes que o super moderno Parque das Portas do Sol que foi construido de raiz.
TARIFAS PARA RESIDENTES
- PARQUE DAS PORTAS DO SOL
24 Horas - 50 €
Diurnas - 37 €
Nocturna - 24 €
- PARQUE DO CHÃO DO LOUREIRO
24 Horas - 80 € (+ 60%)
Diurna - 60 € (+ 62,16%)
Nocturna - 40 € (+ 66,67%)
O Director Comercial da EMEL J.A. Ferrão Morgado justifica a diferença "...Relativamente à diferença de preços entre as Portas do Sol e o Chão do Loureiro ela corresponde à diferença de procura registada e, por outro lado, à necessidade de adequação entre as tarifas e os custos."
Estranhamente o Parque não permite a entrada de motociclos, que são a alternativa mais habitual aos carros, e é entre 60 a 66% mais caro para os residentes que o super moderno Parque das Portas do Sol que foi construido de raiz.
TARIFAS PARA RESIDENTES
- PARQUE DAS PORTAS DO SOL
24 Horas - 50 €
Diurnas - 37 €
Nocturna - 24 €
- PARQUE DO CHÃO DO LOUREIRO
24 Horas - 80 € (+ 60%)
Diurna - 60 € (+ 62,16%)
Nocturna - 40 € (+ 66,67%)
O Director Comercial da EMEL J.A. Ferrão Morgado justifica a diferença "...Relativamente à diferença de preços entre as Portas do Sol e o Chão do Loureiro ela corresponde à diferença de procura registada e, por outro lado, à necessidade de adequação entre as tarifas e os custos."
Inauguracao do parque de estacionamento Chao de Loureiro from Câmara Municipal de Lisboa on Vimeo.
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terça-feira, dezembro 28, 2010
sábado, dezembro 29, 2007
CONHEÇA LISBOA E COMECE POR ALFAMA
Por Hernâni Gomes publicado em soberaniadopovo.pt 20.12.2007
Lisboa tem recantos magníficos, que a maioria dos lisboetas não conhece e a generalidade dos portugueses muito menos. Vamos ao estrangeiro e farejamos tudo. Em casa, com as preocupações do dia a dia, não há predisposição para admirar e valorizar o bom que temos.
Há 40 anos a viver em Lisboa, só agora, com a reforma, me predispus a conhecer em detalhe os argumentos turísticos da capital, e de que antes só via os turistas desfrutar.
Mas hoje, nesta tarde de Outono (quase estival) decidi fazer um roteiro turístico a Alfama e cumpri-lo. Aqui o relato. Venha comigo:
MARTIN MONIZ: No Martim Moniz - zona da Mouraria pejada de caras africanas e chinesas e onde os ciganos se abastecem - tomamos o eléctrico 28E, que vai do Martim Moniz a Campo de Ourique (cemitério dos Prazeres). Vai cheio de turistas - muitos italianos/romanos nas sobras do Sporting/Roma – e, naquele rodar pachorrento sobre os carris, subimos ao tradicional Bairro da Graça. Desce-se uma rua íngreme, passando junto ao edifício da Voz do Operário. Do lado de cima, fica o Largo de Santa Clara, onde é feita a popular Feira da Ladra. Acaba-se a rua larga e entramos nas ruelas estreitinhas de Alfama. O eléctrico quase roça as paredes das casas velhas - muitas reavivadas pelo Polis - deste milenar Bairro de Alfama. Apeie-se e passeie.
ALFAMA: Em Alfama, nos Santos Populares - Santo António, em especial - as ruelas íngremes ficam pejadas de gente embebida no cheiro a sardinha assada que brota das suas tascas e restaurantes, misturado com os pregões e o cheirinho a manjerico. Agora, tudo é calmo e a geografia humana lembra a acalmia bairrista de aldeia. Deambulando - subimos as ruelas até à cantada igreja de Santo Estêvão e passando a Rua de São Tomé - alcançamos o miradouro e o Largo das Portas do Sol, nas bordas do Castelo de S. Jorge, entre a Sé e Alfama. Misture-se com os turistas e encha os olhos no esplendoroso estuário do Tejo com o movimento dos barcos e, lá ao longe, toda a outra banda - de Alcochete a Cacilhas.
PORTAS DO SOL: No Largo das Portas do Sol e seu miradouro, passeiam-se e descansam todos os turistas que visitam a trilogia Sé, Castelo E Alfama. Aqui fica, e merece visita, o Museu de Artes Decorativas Ricardo Espírito Santo que, para além do museu, faz de mecenas, apoiando as lojas/oficina ali existentes, de artesãos de diversas artes e ofícios – marceneiros, latoeiros, restauradores. Há aqui muitas esplanadas, restaurantes e bares, mas não deixe de entrar no bar/pub Cerca da Moura.
Do miradouro, olhando ao longe, sobre esquerda, vê a Igreja de S. Vicente de Fora - depois, o Panteão Nacional e as igrejas de Santo Estêvão e S. Miguel . Em frente, o rio e a outra banda. Logo ali e à direita, outro miradouro e a Igreja de Santa Luzia. Um pouco mais abaixo, a milenar Sé de Lisboa. Se subir as ruelas da encosta e passando a igreja de S. Tiago, chegará lá ao cimo, ao Castelo de S. Jorge.
CASTELO: No Castelo, percorra toda parte murada e suba as muralhas. Rodeie, aprecie a vista fabulosa. Lá em baixo os típicos telhados de Lisboa antiga, toda a Baixa até ao Terreiro do Paço. E o Tejo com o seu estuário - largo e belo. O movimento das faluas - os cruzeiros, os cacilheiros. Ao longe e ao fundo, a outra banda: Cacilhas, Lisnave, Almada. Lá mais longe, à direita, em direcção ao mar: a Trafaria, Torre de Belém, o Bugio.
E com olhos tão cheios de paisagem, por aqui ficámos sorvendo a alma de Lisboa, lembrando a sua história – dos mouros, da conquista por D. Afonso Henriques, do terramoto 1755 e do Marquês de Pombal, do Regicídio e da República, da Revolução de Abril, da Expo 98 e a moderna zona do novo Parque das Nações.
TURISMO: E o turismo em Lisboa está a crescer a olhos vistos : Em 2007, já há mais 8% de turistas e mesmo agora, em Novembro, há turistas por todo o lado, mormente europeus. Mas também tantos imigrantes, tantos africanos, tantas lojas chinesas, tantos pedintes e sem-abrigo, tanto do bom e do mau. Lisboa tem quase de tudo que uma metrópole tem. E no Largo da Graça tem um restaurante muito bom - o Pitéu - onde vos convido a vir jantar. Depois vou ver o Fados, do Carlos Saura.
Lisboa tem recantos magníficos, que a maioria dos lisboetas não conhece e a generalidade dos portugueses muito menos. Vamos ao estrangeiro e farejamos tudo. Em casa, com as preocupações do dia a dia, não há predisposição para admirar e valorizar o bom que temos.
Há 40 anos a viver em Lisboa, só agora, com a reforma, me predispus a conhecer em detalhe os argumentos turísticos da capital, e de que antes só via os turistas desfrutar.
Mas hoje, nesta tarde de Outono (quase estival) decidi fazer um roteiro turístico a Alfama e cumpri-lo. Aqui o relato. Venha comigo:
MARTIN MONIZ: No Martim Moniz - zona da Mouraria pejada de caras africanas e chinesas e onde os ciganos se abastecem - tomamos o eléctrico 28E, que vai do Martim Moniz a Campo de Ourique (cemitério dos Prazeres). Vai cheio de turistas - muitos italianos/romanos nas sobras do Sporting/Roma – e, naquele rodar pachorrento sobre os carris, subimos ao tradicional Bairro da Graça. Desce-se uma rua íngreme, passando junto ao edifício da Voz do Operário. Do lado de cima, fica o Largo de Santa Clara, onde é feita a popular Feira da Ladra. Acaba-se a rua larga e entramos nas ruelas estreitinhas de Alfama. O eléctrico quase roça as paredes das casas velhas - muitas reavivadas pelo Polis - deste milenar Bairro de Alfama. Apeie-se e passeie.
ALFAMA: Em Alfama, nos Santos Populares - Santo António, em especial - as ruelas íngremes ficam pejadas de gente embebida no cheiro a sardinha assada que brota das suas tascas e restaurantes, misturado com os pregões e o cheirinho a manjerico. Agora, tudo é calmo e a geografia humana lembra a acalmia bairrista de aldeia. Deambulando - subimos as ruelas até à cantada igreja de Santo Estêvão e passando a Rua de São Tomé - alcançamos o miradouro e o Largo das Portas do Sol, nas bordas do Castelo de S. Jorge, entre a Sé e Alfama. Misture-se com os turistas e encha os olhos no esplendoroso estuário do Tejo com o movimento dos barcos e, lá ao longe, toda a outra banda - de Alcochete a Cacilhas.
PORTAS DO SOL: No Largo das Portas do Sol e seu miradouro, passeiam-se e descansam todos os turistas que visitam a trilogia Sé, Castelo E Alfama. Aqui fica, e merece visita, o Museu de Artes Decorativas Ricardo Espírito Santo que, para além do museu, faz de mecenas, apoiando as lojas/oficina ali existentes, de artesãos de diversas artes e ofícios – marceneiros, latoeiros, restauradores. Há aqui muitas esplanadas, restaurantes e bares, mas não deixe de entrar no bar/pub Cerca da Moura.
Do miradouro, olhando ao longe, sobre esquerda, vê a Igreja de S. Vicente de Fora - depois, o Panteão Nacional e as igrejas de Santo Estêvão e S. Miguel . Em frente, o rio e a outra banda. Logo ali e à direita, outro miradouro e a Igreja de Santa Luzia. Um pouco mais abaixo, a milenar Sé de Lisboa. Se subir as ruelas da encosta e passando a igreja de S. Tiago, chegará lá ao cimo, ao Castelo de S. Jorge.
CASTELO: No Castelo, percorra toda parte murada e suba as muralhas. Rodeie, aprecie a vista fabulosa. Lá em baixo os típicos telhados de Lisboa antiga, toda a Baixa até ao Terreiro do Paço. E o Tejo com o seu estuário - largo e belo. O movimento das faluas - os cruzeiros, os cacilheiros. Ao longe e ao fundo, a outra banda: Cacilhas, Lisnave, Almada. Lá mais longe, à direita, em direcção ao mar: a Trafaria, Torre de Belém, o Bugio.
E com olhos tão cheios de paisagem, por aqui ficámos sorvendo a alma de Lisboa, lembrando a sua história – dos mouros, da conquista por D. Afonso Henriques, do terramoto 1755 e do Marquês de Pombal, do Regicídio e da República, da Revolução de Abril, da Expo 98 e a moderna zona do novo Parque das Nações.
TURISMO: E o turismo em Lisboa está a crescer a olhos vistos : Em 2007, já há mais 8% de turistas e mesmo agora, em Novembro, há turistas por todo o lado, mormente europeus. Mas também tantos imigrantes, tantos africanos, tantas lojas chinesas, tantos pedintes e sem-abrigo, tanto do bom e do mau. Lisboa tem quase de tudo que uma metrópole tem. E no Largo da Graça tem um restaurante muito bom - o Pitéu - onde vos convido a vir jantar. Depois vou ver o Fados, do Carlos Saura.
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quinta-feira, dezembro 27, 2007
CML PREVÊ INVESTIR 94,9 M€ REABILITAÇÃO BAIRROS HISTÓRICOS
Publicado por Diário Digital/ Lusa, 12.12.2007
A Câmara Municipal de Lisboa prevê gastar quase 95 milhões de euros em reabilitação urbana em várias zonas e bairros da capital até 2011, dos quais 19,6 milhões de euros só em 2008.
De acordo com o plano plurianual de investimentos da autarquia apresentado terça-feira pelo presidente da autarquia, António Costa, os bairros de Alfama e do Castelo vão ser os mais beneficiados, com um montante global de 26,5 milhões de euros, dos quais 5,3 milhões de euros a aplicar já no próximo ano.
O Bairro Alto e a Bica vão receber 15,9 milhões de euros nos próximos quatro anos, sendo que 3,6 milhões de euros serão investidos em 2008.
A zona da Baixa/Chiado foi contemplada com uma verba de 9,4 milhões de euros (1,4 milhões em 2008); a Mouraria com 8,7 milhões de euros (1,2 milhões em 2008); o Parque Mayer com 7,2 milhões de euros (650 mil euros em 2008); e a Madragoa com 5 milhões de euros (1,5 milhões em 2008).
O montante remanescente das verbas, que ainda assim totaliza 21,8 milhões de euros, vai ser aplicado em intervenções em diversos locais, dos quais 5,7 milhões de euros no próximo ano.
A Câmara Municipal de Lisboa prevê gastar quase 95 milhões de euros em reabilitação urbana em várias zonas e bairros da capital até 2011, dos quais 19,6 milhões de euros só em 2008.
De acordo com o plano plurianual de investimentos da autarquia apresentado terça-feira pelo presidente da autarquia, António Costa, os bairros de Alfama e do Castelo vão ser os mais beneficiados, com um montante global de 26,5 milhões de euros, dos quais 5,3 milhões de euros a aplicar já no próximo ano.
O Bairro Alto e a Bica vão receber 15,9 milhões de euros nos próximos quatro anos, sendo que 3,6 milhões de euros serão investidos em 2008.
A zona da Baixa/Chiado foi contemplada com uma verba de 9,4 milhões de euros (1,4 milhões em 2008); a Mouraria com 8,7 milhões de euros (1,2 milhões em 2008); o Parque Mayer com 7,2 milhões de euros (650 mil euros em 2008); e a Madragoa com 5 milhões de euros (1,5 milhões em 2008).
O montante remanescente das verbas, que ainda assim totaliza 21,8 milhões de euros, vai ser aplicado em intervenções em diversos locais, dos quais 5,7 milhões de euros no próximo ano.
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terça-feira, novembro 06, 2007
HOTEL DOS LÓIOS
A GNR vai abandonar 108 postos que compõem o seu efectivo territorial. Várias localidades vão deixar de ser policiadas pela GNR e os respectivos postos vão fechar portas, enquanto que outras localidades vão ser entregues à PSP. No dia 14 de Dezembro a GNR e a PSP trocarão os últimos departamentos policiais, passando a caber à PSP a responsabilidade de policiamento nas freguesias ou concelhos com mais de 15 mil habitantes.
Esta não é só uma boa notícia porque a restruturação vai colocar cerca de 13.500 novos militares a patrulhar as ruas como pode significar que no futuro próximo a Companhia dos Lóios no Castelo de São Jorge e a Brigada Fiscal na Rua Jardim do Tabaco devolvam à cidade de Lisboa os espaços que ocupavam na zona histórica para serem transformados em equipamentos recreativas, culturais e desportivos.
- No Castelo de São Jorge fala-se na criação de um novo Hotel no espaço do actual quartel da GNR do Largo dos Lóios que o Castelo bem necessita.
- Na Rua Jardim do Tabaco a simples saída da GNR poderá vir a significar que se possa voltar a circular pelos passeios.
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segunda-feira, novembro 05, 2007
CASTELO DE S. JORGE REVELA AEQUEOLOGIA
Publicado no DN por Luísa Botinas
No ano em que se comemoram os 860 anos da tomada de Lisboa, a autarquia da capital vai abrir ao público, a 25 de Outubro próximo, a área arqueológica do Castelo de São Jorge. Para tanto, a EGEAC, empresa municipal que gere os equipamentos culturais da cidade, conseguiu do Governo a comparticipação em 62% do projecto de valorização daquele conjunto patrimonial.
O montante global da candidatura apresentada pela EGEAC ao Programa Operacional da Cultura é de cerca de um milhão de euros, devendo a comparticipação chegar aos 623 mil euros. O projecto deverá permitir aos visitantes do castelo ver as escavações arqueológicas que revelam traços da ocupação islâmica e da Idade do Ferro.
A intervenção resulta de um protocolo entre a EGEAC, o Instituto Português do Património Arquitectónico e o Instituto Português de Arqueologia e consiste na colocação de estruturas de protecção dos vestígios arqueológicos e de encaminhamento dos visitantes (cobertutra dos vestígios e passadeiras de gradeado metálico, sobrelevadas em relação às estruturas arqueológicas).
A Praça Nova do Castelo de São Jorge, onde as escavações se iniciaram em 1996, terá um conjunto de estruturas à vista do público, incluindo um núcleo urbano do período islâmico, vestígios do Palácio dos Condes de Santiago e restos de habitações da Idade do Ferro. Na sala da cisterna e das colunas será instalado um núcleo museológico, com o espólio descoberto durante as escavações na Praça Nova. A sua abertura está prevista para 2008.
A estação arqueológica do castelo revela um antigo bairro islâmico sobre o qual foi construído o Palácio dos Bispos, que ali funcionou até ao terramoto de 1755.
Monumento nacional
Declarado monumento nacional em 1910, o Castelo de São Jorge ergue-se na mais alta colina de Lisboa, datando do século II a. C. a primeira fortificação conhecida.
As campanhas arqueológicas mais recentes permitiram registar testemunhos de ocupação desde pelo menos o século VI a.C. Fenícios, gregos, cartaginenses, romanos e muçulmanos por aqui passaram, sendo estes últimos os responsáveis pela definição dos limites da alcáçova, cujo perímetro corresponde, sensivelmente, aos limites da actual freguesia do Castelo.
A partir do século XIII, o castelo albergou o Paço Real, tornando-se Lisboa a capital do reino. No século XVI, deu-se a estreia da primeira peça de teatro português Monólogo do Vaqueiro, de Gil Vicente, comemorativa do nascimento de D. João III, sucessor de D. Manuel. Do mesmo modo, foi o castelo palco da recepção a Vasco da Gama, após a descoberta do caminho marítimo para a Índia.
No ano em que se comemoram os 860 anos da tomada de Lisboa, a autarquia da capital vai abrir ao público, a 25 de Outubro próximo, a área arqueológica do Castelo de São Jorge. Para tanto, a EGEAC, empresa municipal que gere os equipamentos culturais da cidade, conseguiu do Governo a comparticipação em 62% do projecto de valorização daquele conjunto patrimonial.
O montante global da candidatura apresentada pela EGEAC ao Programa Operacional da Cultura é de cerca de um milhão de euros, devendo a comparticipação chegar aos 623 mil euros. O projecto deverá permitir aos visitantes do castelo ver as escavações arqueológicas que revelam traços da ocupação islâmica e da Idade do Ferro.
A intervenção resulta de um protocolo entre a EGEAC, o Instituto Português do Património Arquitectónico e o Instituto Português de Arqueologia e consiste na colocação de estruturas de protecção dos vestígios arqueológicos e de encaminhamento dos visitantes (cobertutra dos vestígios e passadeiras de gradeado metálico, sobrelevadas em relação às estruturas arqueológicas).
A Praça Nova do Castelo de São Jorge, onde as escavações se iniciaram em 1996, terá um conjunto de estruturas à vista do público, incluindo um núcleo urbano do período islâmico, vestígios do Palácio dos Condes de Santiago e restos de habitações da Idade do Ferro. Na sala da cisterna e das colunas será instalado um núcleo museológico, com o espólio descoberto durante as escavações na Praça Nova. A sua abertura está prevista para 2008.
A estação arqueológica do castelo revela um antigo bairro islâmico sobre o qual foi construído o Palácio dos Bispos, que ali funcionou até ao terramoto de 1755.
Monumento nacional
Declarado monumento nacional em 1910, o Castelo de São Jorge ergue-se na mais alta colina de Lisboa, datando do século II a. C. a primeira fortificação conhecida.
As campanhas arqueológicas mais recentes permitiram registar testemunhos de ocupação desde pelo menos o século VI a.C. Fenícios, gregos, cartaginenses, romanos e muçulmanos por aqui passaram, sendo estes últimos os responsáveis pela definição dos limites da alcáçova, cujo perímetro corresponde, sensivelmente, aos limites da actual freguesia do Castelo.
A partir do século XIII, o castelo albergou o Paço Real, tornando-se Lisboa a capital do reino. No século XVI, deu-se a estreia da primeira peça de teatro português Monólogo do Vaqueiro, de Gil Vicente, comemorativa do nascimento de D. João III, sucessor de D. Manuel. Do mesmo modo, foi o castelo palco da recepção a Vasco da Gama, após a descoberta do caminho marítimo para a Índia.
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sábado, agosto 12, 2006
ENTRAR NO CASTELO DE SÃO JORGE VAI CUSTAR CINCO EUROS
Por António José Cerejo, PÚBLICO 12.08.2006
Os bilhetes de entrada no Castelo de São Jorge vão subir de três para cinco euros dentro de um ou dois meses. A decisão foi tomada pelo vereador da Cultura da Câmara de Lisboa, José Amaral Lopes, que a justificou ao PÚBLICO com a necessidade de financiar as "avultadas" despesas correntes e de conservação do monumento, bem como os investimentos há muito previstos.
A entrada no castelo deixou de ser gratuita em 2004, altura em que a EGEAC, a empresa municipal responsável pela gestão daquele espaço, passou a cobrar três euros por visitante. A medida provocou então uma acesa controvérsia, em que sobressaíram os mediáticos protestos do fadista Nuno da Câmara Pereira. Isentos de pagamento ficaram os residentes em Lisboa, bem como os menores de dez anos e os maiores de 65 anos.
Além destas isenções, que vão manter-se depois do aumento, foram estabelecidos descontos de 90 por cento para grupos escolares organizados e de 50 por cento para estudantes e famílias de mais de três pessoas. Estas reduções vão também manter-se.
Em defesa da política de acessos pagos ao local, Amaral Lopes, que é também presidente da EGEAC, argumenta que "os estudos feitos por técnicos e empresas de consultoria desde 1995 mostram que a cobrança de ingressos no castelo é uma condição de viabilidade da EGEAC". Confrontado com a dimensão do aumento - 66 por cento -, o autarca e ex-secretário de Estado da Cultura afirma que os estudos realizados determinavam a aplicação desse aumento em 2004, visto que "não é possível garantir de outro modo a obrigação municipal de conservar e preservar o castelo".
Na opinião de Amaral Lopes, a subida dos bilhetes não aconteceu em 2004 e 2005 "por falta de capacidade política para tomar decisões impopulares", embora se trate de "decisões de boa gestão". Sublinhando que a entrada no monumento dá também acesso, sem pagamento adicional, a uma série de atracções - que incluem exposições e o centro de interpretação da cidade, com recurso a meios audiovisuais e multimedia, e ainda a Câmara Escura, um periscópio que permite fazer uma viagem de 360º sobre Lisboa -, o vereador sustenta que as visitas a este tipo de monumentos são quase sempre pagas.
850 mil pagantes em 2005
De acordo com o autarca, as despesas correntes e de conservação do castelo ascendem a 1,5 milhões de euros por ano e há numerosos projectos, incluindo a abertura da estação arqueológica da Praça Nova e de um núcleo museológico, que há muitos anos são adiados por falta de verbas.
"Só para se ser politicamente simpático não se faz nada, mas comigo não contem com isso", salienta, assumindo que não receia as críticas. "Não estou aqui para evitar polémicas, mas para defender o interesse público."
A entrada em vigor da nova tarifa só deverá ocorrer dentro de um ou dois meses, "logo que estejam concluídos os procedimentos administrativos e legais" exigíveis. "Esta é uma decisão fundamentada. Não é um capricho e estou convencido de que assim estou a defender o interesse público. Se houver polémica, ainda bem", acrescenta Amaral Lopes.
O "rumor" de que este aumento estaria em preparação foi objecto de uma pergunta dirigida pelo vereador José Sá Fernandes ao seu colega da Cultura na reunião pública do executivo municipal realizada no fim de Julho, mas Amaral Lopes limitou-se a dizer que não comentava rumores.
"Afinal não era nenhum rumor, até porque consta do plano de actividades da EGEAC para 2006, que naquela altura já estava pronto, mas ainda não foi apresentado à câmara, apesar de já estarmos em Agosto, tal como não o foi o relatório e contas do ano passado", comentou ontem Sá Fernandes. "A sensação que me dá é que este aumento se destina a financiar a EGEAC. Mas como não conheço o plano de actividades, nem as contas, nem os projectos da empresa, não estou em condições de comentar o caso", disse o vereador.
O Castelo de São Jorge recebeu no ano passado cerca de um milhão de visitantes, dos quais perto de 850 mil pagaram bilhete (com ou sem desconto). No primeiro semestre deste ano entraram 443 mil pessoas no monumento, o que corresponde a um acréscimo de 15 por cento em relação ao mesmo período do ano passado.
» Comentário:
O Castelo e Alfama são das zonas mais visitadas da capital e do país, recebem mais de 70% dos visitantes de Lisboa. Segundo dados do Observatório de Turismo de Lisboa em 2002 (antes da entrada em vigor dos pagamentos) o Castelo de São Jorge foi visitado por 1.059.500 visitantes.
Para quem conhece bem o Castelo, desde 2004 que é notória a franca recuperação da zona e a valorização do espaço. Em Espanha há vários anos que se paga para visitar os monumentos por forma a que o dinheiro das visitas seja utilizado posteriormente na recuperação e valorização do património, por exemplo uma visita à famosa Allambra em Granada custa actualmente 10 € e há semanas em que não se consegue comprar bilhetes porque esgotam e é com esses destinos que Lisboa compete na captação de turistas que exigem qualidade.
Portanto não restam dúvidas que o caminho é correcto e que vai qualificar a zona e o comércio local esperemos é que o dinheiro seja de facto aplicado no Castelo e que os Lisboetas continuem isentos de pagar bilhete.
Allambra
Entrar no Castelo de São Jorge vai custar cinco euros
Relatório e Contas de 2004 da EGEAC
Os bilhetes de entrada no Castelo de São Jorge vão subir de três para cinco euros dentro de um ou dois meses. A decisão foi tomada pelo vereador da Cultura da Câmara de Lisboa, José Amaral Lopes, que a justificou ao PÚBLICO com a necessidade de financiar as "avultadas" despesas correntes e de conservação do monumento, bem como os investimentos há muito previstos.
A entrada no castelo deixou de ser gratuita em 2004, altura em que a EGEAC, a empresa municipal responsável pela gestão daquele espaço, passou a cobrar três euros por visitante. A medida provocou então uma acesa controvérsia, em que sobressaíram os mediáticos protestos do fadista Nuno da Câmara Pereira. Isentos de pagamento ficaram os residentes em Lisboa, bem como os menores de dez anos e os maiores de 65 anos.
Além destas isenções, que vão manter-se depois do aumento, foram estabelecidos descontos de 90 por cento para grupos escolares organizados e de 50 por cento para estudantes e famílias de mais de três pessoas. Estas reduções vão também manter-se.
Em defesa da política de acessos pagos ao local, Amaral Lopes, que é também presidente da EGEAC, argumenta que "os estudos feitos por técnicos e empresas de consultoria desde 1995 mostram que a cobrança de ingressos no castelo é uma condição de viabilidade da EGEAC". Confrontado com a dimensão do aumento - 66 por cento -, o autarca e ex-secretário de Estado da Cultura afirma que os estudos realizados determinavam a aplicação desse aumento em 2004, visto que "não é possível garantir de outro modo a obrigação municipal de conservar e preservar o castelo".
Na opinião de Amaral Lopes, a subida dos bilhetes não aconteceu em 2004 e 2005 "por falta de capacidade política para tomar decisões impopulares", embora se trate de "decisões de boa gestão". Sublinhando que a entrada no monumento dá também acesso, sem pagamento adicional, a uma série de atracções - que incluem exposições e o centro de interpretação da cidade, com recurso a meios audiovisuais e multimedia, e ainda a Câmara Escura, um periscópio que permite fazer uma viagem de 360º sobre Lisboa -, o vereador sustenta que as visitas a este tipo de monumentos são quase sempre pagas.
850 mil pagantes em 2005
De acordo com o autarca, as despesas correntes e de conservação do castelo ascendem a 1,5 milhões de euros por ano e há numerosos projectos, incluindo a abertura da estação arqueológica da Praça Nova e de um núcleo museológico, que há muitos anos são adiados por falta de verbas.
"Só para se ser politicamente simpático não se faz nada, mas comigo não contem com isso", salienta, assumindo que não receia as críticas. "Não estou aqui para evitar polémicas, mas para defender o interesse público."
A entrada em vigor da nova tarifa só deverá ocorrer dentro de um ou dois meses, "logo que estejam concluídos os procedimentos administrativos e legais" exigíveis. "Esta é uma decisão fundamentada. Não é um capricho e estou convencido de que assim estou a defender o interesse público. Se houver polémica, ainda bem", acrescenta Amaral Lopes.
O "rumor" de que este aumento estaria em preparação foi objecto de uma pergunta dirigida pelo vereador José Sá Fernandes ao seu colega da Cultura na reunião pública do executivo municipal realizada no fim de Julho, mas Amaral Lopes limitou-se a dizer que não comentava rumores.
"Afinal não era nenhum rumor, até porque consta do plano de actividades da EGEAC para 2006, que naquela altura já estava pronto, mas ainda não foi apresentado à câmara, apesar de já estarmos em Agosto, tal como não o foi o relatório e contas do ano passado", comentou ontem Sá Fernandes. "A sensação que me dá é que este aumento se destina a financiar a EGEAC. Mas como não conheço o plano de actividades, nem as contas, nem os projectos da empresa, não estou em condições de comentar o caso", disse o vereador.
O Castelo de São Jorge recebeu no ano passado cerca de um milhão de visitantes, dos quais perto de 850 mil pagaram bilhete (com ou sem desconto). No primeiro semestre deste ano entraram 443 mil pessoas no monumento, o que corresponde a um acréscimo de 15 por cento em relação ao mesmo período do ano passado.
» Comentário:
O Castelo e Alfama são das zonas mais visitadas da capital e do país, recebem mais de 70% dos visitantes de Lisboa. Segundo dados do Observatório de Turismo de Lisboa em 2002 (antes da entrada em vigor dos pagamentos) o Castelo de São Jorge foi visitado por 1.059.500 visitantes.
Para quem conhece bem o Castelo, desde 2004 que é notória a franca recuperação da zona e a valorização do espaço. Em Espanha há vários anos que se paga para visitar os monumentos por forma a que o dinheiro das visitas seja utilizado posteriormente na recuperação e valorização do património, por exemplo uma visita à famosa Allambra em Granada custa actualmente 10 € e há semanas em que não se consegue comprar bilhetes porque esgotam e é com esses destinos que Lisboa compete na captação de turistas que exigem qualidade.
Portanto não restam dúvidas que o caminho é correcto e que vai qualificar a zona e o comércio local esperemos é que o dinheiro seja de facto aplicado no Castelo e que os Lisboetas continuem isentos de pagar bilhete.
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sábado, maio 27, 2006
TURISMO EM ALFAMA
Portugal foi o 16º país mais visitado por turistas em 2004, segundo um estudo referido pelo Economist Intelligence Unit, que avançou, também, que o país detém, neste momento, 1,5 % da quota de mercado mundial ao nível do turismo. As receitas oriundas do turismo internacional atingiram os 7,01 mil milhões de euros no ano passado, sendo as previsões para 2005 de um aumento deste valor.
Lisboa recebe cerca de ¼ dos visitantes estrangeiros, sendo que o tempo de permanência média em Lisboa é de 3 dias;
- Segundo o Observatório de Turismo de Lisboa a maioria dos visitantes percorre a zona histórica de Lisboa.
- Alfama é das zonas mais visitadas a par de toda a zona pombalina de Lisboa e de Belém;
- Os turistas estrangeiros deslocam-se geralmente a pé, em pequenos grupos, e recorrem maioritariamente aos transportes públicos ou autocarros de grande turismo das agências de viagem.

Problemas:
- Apesar do elevado número de turistas em Alfama alguns comerciantes queixam-se que os turistas apenas utilizam as suas casas de banho (JN, 26-08-2000);
- Segundo o Observatório de Turismo de Lisboa existem várias e sérias causas de insatisfação dos visitantes de Lisboa, nomeadamente as que mais afectam Alfama: segurança, transportes públicos, limpeza, ruído, sinalização, trânsito.
Soluções:
Pôr a qualificação do turismo no centro das preocupações de Alfama para potenciar o desenvolvimento e a qualidade de vida, envolvendo os moradores, os comerciantes e as Juntas de Freguesia, nomeadamente a través da distribuição activa do Guia de Alfama aos visitantes;
Implementar postos de apoio ao turismo em Alfama, nomeadamente no Largo chafariz de Dentro, com informação em várias línguas;
Aumentar o fluxo de turistas junto ao rio, alargando o percurso das visitas e o seu tempo de permanência em Alfama:
Divulgação dos diversos itinerários turísticos, nomeadamente:
Cruzeiros no Tejo (Transtejo), com partidas diárias da Estação Fluvial do Terreiro do Paço;
Circuito Olisipo em autocarro panorâmico da Carris, à descoberta da zona oriental da Cidade: Alfama, Museu Militar, Museu do Azulejo, entre outros destinos;
Circuitos pedonais, nomeadamente da Cerca Moura e da Muralha Fernandina;
Promoção da marca Alfama®, nomeadamente através de concursos de ideias, apoiados por empresas, junto de escolas de Marketing e Publicidade;
Promover e apoiar a criação do Guia de Alfama, em parceria com entidades especialistas na área, cedendo a exploração da publicidade como contrapartida do serviço;
Promover a restauração com qualidade: Incluir no Guia de Alfama a área de restauração, incluindo gratuitamente todos os estabelecimentos que utilizam a recolha selectiva de resíduos;
Promover o parqueamento grátis para os veículos de grande turismo, junto ao rio, através de protocolos com as entidades gestoras dos Parques de estacionamento e da APL;
Criar um site destinado aos visitantes com toda a informação sobre Alfama, em várias línguas, por exemplo: numa busca rápida através do maior motor de busca da Internet, o Google surgem cerca de 108.000 resultados para “Alfama”; desses apenas cerca de 23.900 são páginas em idioma Português, o que prova o largo interesse em todo o mundo;
Reconverter o Terminal de Passageiros de Santa Apolónia que é o mais recente local de acostagem de navios de passageiros. Situado no coração de Lisboa, junto à sua principal estação de comboios. O terminal é uma valiosa oferta para o mercado de cruzeiros. No entanto, privou o acesso ao rio dos moradores, com redes e arame farpado e impede a circulação dos turistas pela margem ribeirinha, até ao Jardim do Tabaco.
Lisboa recebe cerca de ¼ dos visitantes estrangeiros, sendo que o tempo de permanência média em Lisboa é de 3 dias;- Segundo o Observatório de Turismo de Lisboa a maioria dos visitantes percorre a zona histórica de Lisboa.
- Alfama é das zonas mais visitadas a par de toda a zona pombalina de Lisboa e de Belém;
- Os turistas estrangeiros deslocam-se geralmente a pé, em pequenos grupos, e recorrem maioritariamente aos transportes públicos ou autocarros de grande turismo das agências de viagem.

Problemas:
- Apesar do elevado número de turistas em Alfama alguns comerciantes queixam-se que os turistas apenas utilizam as suas casas de banho (JN, 26-08-2000);- Segundo o Observatório de Turismo de Lisboa existem várias e sérias causas de insatisfação dos visitantes de Lisboa, nomeadamente as que mais afectam Alfama: segurança, transportes públicos, limpeza, ruído, sinalização, trânsito.
Soluções:
Pôr a qualificação do turismo no centro das preocupações de Alfama para potenciar o desenvolvimento e a qualidade de vida, envolvendo os moradores, os comerciantes e as Juntas de Freguesia, nomeadamente a través da distribuição activa do Guia de Alfama aos visitantes;
Implementar postos de apoio ao turismo em Alfama, nomeadamente no Largo chafariz de Dentro, com informação em várias línguas;
Aumentar o fluxo de turistas junto ao rio, alargando o percurso das visitas e o seu tempo de permanência em Alfama:
Divulgação dos diversos itinerários turísticos, nomeadamente:
Cruzeiros no Tejo (Transtejo), com partidas diárias da Estação Fluvial do Terreiro do Paço;
Circuito Olisipo em autocarro panorâmico da Carris, à descoberta da zona oriental da Cidade: Alfama, Museu Militar, Museu do Azulejo, entre outros destinos;
Circuitos pedonais, nomeadamente da Cerca Moura e da Muralha Fernandina;
Promoção da marca Alfama®, nomeadamente através de concursos de ideias, apoiados por empresas, junto de escolas de Marketing e Publicidade;
Promover e apoiar a criação do Guia de Alfama, em parceria com entidades especialistas na área, cedendo a exploração da publicidade como contrapartida do serviço;
Promover a restauração com qualidade: Incluir no Guia de Alfama a área de restauração, incluindo gratuitamente todos os estabelecimentos que utilizam a recolha selectiva de resíduos;
Promover o parqueamento grátis para os veículos de grande turismo, junto ao rio, através de protocolos com as entidades gestoras dos Parques de estacionamento e da APL;
Criar um site destinado aos visitantes com toda a informação sobre Alfama, em várias línguas, por exemplo: numa busca rápida através do maior motor de busca da Internet, o Google surgem cerca de 108.000 resultados para “Alfama”; desses apenas cerca de 23.900 são páginas em idioma Português, o que prova o largo interesse em todo o mundo;
Reconverter o Terminal de Passageiros de Santa Apolónia que é o mais recente local de acostagem de navios de passageiros. Situado no coração de Lisboa, junto à sua principal estação de comboios. O terminal é uma valiosa oferta para o mercado de cruzeiros. No entanto, privou o acesso ao rio dos moradores, com redes e arame farpado e impede a circulação dos turistas pela margem ribeirinha, até ao Jardim do Tabaco.
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