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terça-feira, junho 18, 2013

Petição para apoiar o projeto do Jardim da Cerca da Graça

Petição para apoiar o projeto do Jardim da Cerca da Graça
(Imagem publicada na Revista Visão Sexta feira, 26 de Abril de 2013)

Para: Ex. Sr. Vereador José Sá Fernandes

Os moradores da Graça e freguesias vizinhas vão usufruir a partir de Setembro de um novo jardim público, nas traseiras do quartel da Graça. Será em breve, a par do Jardim do Campo de Santana, a maior área verde no centro histórico de Lisboa - uma grande vitória e um enorme ganho para os moradores da Graça e dos bairros mais próximos.

Neste novo jardim público serão plantadas 178 espécies vegetais, entre as quais 32 amendoeiras, 28 medronheiros, 22 coelreutérias, 18 pereiras e 14 ciprestes. Será instalado um relvado central regado para potenciar um recreio mais activo, mesmo desportivo, em contraponto às áreas declivosas, vocacionadas para miradouro e zonas de estar. Haverá ainda espaços hortícolas e, no futuro, um equipamento do ramo alimentar, equipamento juvenil e infantil. A par de todo este processo a CML procederá à limpeza, reabilitação e ao reordenamento do espaço onde hoje se situa uma horta urbana, na intersecção da Calçada do Monte e da Rua Damasceno Monteiro tornando o espaço mais inclusivo, limpo e aberto para todos:

1 - Actualmente a chamada “Horta do Monte” não é mais do que uma ocupação indevida de um espaço que em vez de ser inclusivo e aberto à participação de todos está reservado para um pequeno grupo de indivíduos que nem sequer são do bairro e que agora se opõe a que o espaço seja devolvido aos moradores e aberto ao público em geral;

2 - O nível de degradação e abandono a que o espaço chegou tem potenciado algumas situações a que temos assistido recentemente, nomeadamente assaltos aos moradores e incêndios de viaturas estacionadas na proximidade o que nunca tinha acontecido nesta zona!

3 - Actualmente este espaço tem uma biodiversidade composta de paletes, garrafões de plástico, barrotes de madeira, entulho e barracões que só atrai ainda mais lixo;

4 - A CML vai reabilitar o espaço que actualmente está uma vergonha! Para que os moradores e os visitantes do bairro também possam usufruir dele e não funcione como uma coutada privada de um pequeno grupo de indivíduos;

5 - Neste novo projecto a CML vai reservar 90 m² para a horta comunitária, vai colocar água no espaço para que os talhões possam ser regados sem necessidade de contentores, à semelhança do que já acontece em outras hortas urbanas ordenadas, nomeadamente na Quinta da Granja, nas Hortas de Benfica, na Horta de Telheiras e nos Jardins de Campolide;

6 – Finalmente a CML vai construir um pequeno miradouro junto ao passeio na esquina para que TODOS possam desfrutar da espectacular vista do local e TODOS possam conviver neste espaço promovendo estilos de vida mais saudáveis e sustentáveis na cidade de Lisboa, nomeadamente através da prática de cultivo orgânico, do lazer e da prática do desporto.

Assinar: http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=P2013N70133

sexta-feira, setembro 28, 2012

PROJECTO Nº 229 “PARQUE INFANTIL NO CASTELO DE SÃO JORGE

Proposta apresentada no Orçamento participativo com o objectivo de retirar os carros do espaço do núcleo museológico do castelo de São Jorge:
Pretende-se apresentar uma proposta para a criação de um parque infantil no Castelo de São Jorge, uma vez que não existem zonas verdes para as crianças brincarem no centro histórico de Lisboa. O Castelo de São Jorge dispõe de uma zona verde entre as muralhas do Castelo e o núcleo museológico, este espaço era usado pelos moradores e visitantes para descansar e conviver à sombra das árvores, até ser ocupado por um parque de estacionamento “temporário” para residentes. A conclusão do parque de estacionamento do Chão do Loureiro, inaugurado em Junho de 2012, com tarifas especiais para residentes deveria ter marcado o fim desta ocupação “temporária”, o que infelizmente não aconteceu. Trata-se de uma área verde privilegiada, no centro de Lisboa, no centro do Castelo, o espaço ideal para as crianças brincarem ao fim do dia, para programas familiares ao fim de semana, para passear, fazer piqueniques, visitar o núcleo museológico com vestígios islâmicos e da ultima habitação palatina destruída pelo terramoto de 1755. Actualmente o acesso a este núcleo encontra-se dificultado devido à cerca que veda a zona temporária de estacionamento (a passagem é feita por um estreito corredor na muralha do Castelo, o que impossibilita o acesso a pessoas com mobilidade reduzida e a carrinhos de bébé). Com a eliminação desta barreira, proporciona-se uma maior fluidez entre as muralhas do Castelo, o núcleo museológico e o espaço verde com parque infantil que aqui se propõe. Tendo em conta a dimensão deste espaço arborizado, torna-o ainda convidativo para ser usado como parque de merendas. Seria ainda interessante, estudar a viabilidade de construir um parque temático para crianças relacionado com o Castelo, que seria mais um motivo de atracção para escolas primárias e infantários. Estas propostas e a reabilitação da zona envolvente ao silo automóvel do Chão do Loureiro, juntamente com os projectos e empreitadas em curso para a criação de percursos pedonais assistidos desde a Baixa até ao Castelo de São Jorge tornarão a cidade mais acolhedora para turistas, visitantes e moradores. Com o intuito de que o maior número de cidadãos possa tirar partido da cidade, a optimização da utilização dos espaços verdes públicos existentes é fundamental para adequar a cidade antiga a todos os jovens que optaram por constituir família e habitar o centro da cidade. A concretização desta proposta, permitirá dar vida ao Castelo, para que o Castelo possa fazer parte de um maior número de vidas

quinta-feira, março 15, 2012

GANG LANÇA TERROR EM TRINTA ROUBOS

Lisboa: Apanhados pela investigação da 5.ª eic da PSP coordenada pelo DIAP


Praticantes de artes marciais, oito amigos, dos 17 aos 25 anos, faziam uso da técnica e tinham alvos definidos. Turistas, comerciantes e moradores do bairro de Alfama, Lisboa, espancados, roubados e até extorquidos na vaga de terror, com mais de 30 assaltos, lançada pelo gang desde há um ano.

Publicado no Correio da Manhã por Henrique Machado e Magali Pinto

Até que Marinho, Messi, Rafael, Zuca, Alex, Verdu e André não escaparam à operação da 5ª Esquadra de Investigação Criminal da PSP, sob coordenação do DIAP de Lisboa. Foram apanhados entre segunda-feira e ontem, estando já cinco em prisão preventiva e dois em prisão domiciliária. Só Leandro continua a monte, procurado.

Viviam no bairro e atacavam turistas à noite, ao saírem dos restaurantes. Levavam-nos para becos, onde os agrediam e lhes roubavam tudo, entre dinheiro e bens. E nem os moradores mais idosos escapavam.

Os comerciantes chegavam a ser extorquidos – viam as lojas destruídas e roubadas. Esperança Galvão, 76 anos, viu-os a destruírem o carro da filha. "Partiram tudo, levaram óculos e carteiras. O que podia fazer?".

"TURISTAS JÁ NÃO VÊM E OS IDOSOS TINHAM MEDO"

Agressões violentas constantes à hora de fecho das lojas e roubos em plena luz do dia levaram os comerciantes de Alfama a uma onda de medo, por culpa do gang agora desfeito. Cafés e restaurantes começaram a fechar cedo. José Silva, presidente da Associação Comercial e Serviços de Alfama, diz que "os turistas já não vêm para aqui e os restaurantes perderam clientes. As pessoas mais idosas tinham medo e só queriam estar em casa". Moradores e residentes fizeram um abaixo-assinado para pedir mais policiamento.

domingo, fevereiro 05, 2012

ERA UMA VEZ UM CASTELO

Numa cidade chamada Lisboa, com cerca de 4.000 anos de história, havia um castelo chamado Castelo de São Jorge onde os meninos não tinham parques infantis para brincar foi então que a Junta de Freguesia do Castelo, a CML e a EGEAC decidiram juntar-se e fizeram um Parque... de estacionamento dentro da área Museológica do Castelo de São Jorge que levou anos a reabilitar.




Recentemente foi inaugurado o Parque de Estacionamento do Chão do Loureiro a poucos metros do Castelo que é gerido por uma empresa Municipal a EMEL portanto não é de certeza por falta de estacionamento que esta situação "temporária" se mantém.

Se calhar fazia mais falta um parque temático para as crianças como existiu antes das obras (não só para as crianças do Castelo)... mas isso não dá votos na Junta de Freguesia

segunda-feira, junho 06, 2011

INAUGURAÇÃO DO PARQUE DE ESTACIONAMENTO DO CHÃO DO LOUREIRO

Foi inaugurado no dia 2 de Junho um novo Parque de estacionamento no centro de Lisboa. O antigo Mercado que estava abandonado foi reconvertido para receber cerca de 190 lugares de estacionamento e um supermercado.

Estranhamente o Parque não permite a entrada de motociclos, que são a alternativa mais habitual aos carros, e é entre 60 a 66% mais caro para os residentes que o super moderno Parque das Portas do Sol que foi construido de raiz.

TARIFAS PARA RESIDENTES

- PARQUE DAS PORTAS DO SOL
24 Horas - 50 €
Diurnas - 37 €
Nocturna - 24 €

- PARQUE DO CHÃO DO LOUREIRO
24 Horas - 80 € (+ 60%)
Diurna - 60 € (+ 62,16%)
Nocturna - 40 € (+ 66,67%)

O Director Comercial da EMEL J.A. Ferrão Morgado justifica a diferença "...Relativamente à diferença de preços entre as Portas do Sol e o Chão do Loureiro ela corresponde à diferença de procura registada e, por outro lado, à necessidade de adequação entre as tarifas e os custos."

Inauguracao do parque de estacionamento Chao de Loureiro from Câmara Municipal de Lisboa on Vimeo.

sábado, junho 04, 2011

Ala Nascente do Terreiro do Paço vai ser dinamizada com espaços culturais e comerciais


O espaço, até aqui ocupado pelo Estado, tem uma área bruta total de 7.287 metros quadrados e tem como finalidade única a instalação de espaços culturais, de restauração, esplanadas e similares, bem como outras áreas comerciais fundamentais para o desenvolvimento do potencial turístico da Frente Ribeirinha da Baixa Pombalina e integrados no Plano Estratégico para o Turismo de Lisboa 2011-2014 (Tlx14).

sábado, janeiro 22, 2011

ESGOTOS DOMÉSTICOS JÁ NÃO CHEGAM AO TEJO SEM TRATAMENTO


Publicado no Público em 22.01.2011 - 19:10 por Carlos Pessoa

Os esgotos produzidos pela cidade de Lisboa já não vão parar ao Tejo. A partir de agora, os efluentes urbanos de cerca de 120 mil residências são elevados desde o Terreiro do Paço até à Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) de Alcântara, contribuindo para a melhoria da qualidade da água do rio.

Um investimento de cerca de 100 milhões de euros tornou possível esta mudança, executada pela Simtejo, uma empresa de capitais públicos participada pelo grupo Águas de Portugal e pelos municípios de Amadora, Lisboa, Loures, Odivelas e Vila Franca de Xira. A finalização dos trabalhos foi celebrada esta tarde no Terreiro do Paço numa cerimónia (“O Fado do Tejo Mudou”) em que estiveram presentes a ministra do Ambiente e do Ordenamento do Território, Dulce Pássaro, o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Costa, e o secretário de Estado da Defesa Nacional e dos Assuntos do Mar, Marcos Perestrello. O programa incluiu ainda uma regata de canoas do Tejo, com início no Cais das Colunas.

“A par da erradicação das barracas, esta é a obra mais importante das últimas décadas”, disse António Costa, defendendo que “a recuperação ambiental do Tejo é fundamental para a vida da cidade”.

Além de evitar que os esgotos entrem no rio sem tratamento, a concretização deste projecto permitiu à EPAL reforçar a qualidade da água de abastecimento público e libertar o Terreiro do Paço dos automóveis, lembrou o autarca lisboeta.

Já em Março, serão inauguradas as primeiras esplanadas na praça, adiantou António Costa, que anunciou a abertura de concurso para a ocupação de espaços do Terreiro do Paço que permitam “dar vida e animação” ao local. “A frente ribeirinha tem 19 quilómetros de extensão e isso é uma especificidade única da cidade. Temos que saber valorizar o estuário, que está cheio de oportunidades de utilização para lazer, cultura, desporto ou actividades económicas”, disse ainda o presidente da Câmara Municipal de Lisboa.

A reabilitação urbana não termina com esta obra. António Costa referiu-se à criação, em 2013, do Jardim do Oriente, um novo equipamento que leva mais longe o esforço iniciado em 1998 na zona oriental de Lisboa, por ocasião da Expo: “Tudo isto, concluiu, para transformar a relação da cidade com o rio.”

Na sua intervenção, a ministra do Ambiente afirmou que a “despoluição do Tejo é um grande desafio à engenharia portuguesa”. Disse que a intervenção coordenada nas margens Sul e Norte, com um investimento de 630 milhões de euros, “vai permitir usufruir o estuário em condições ambientalmente adequadas, potenciando o desenvolvimento sustentável da cidade e da região”.

NÚMERO DE FREGUESIAS CAI MAS COMPETÊNCIAS AUMENTAM


O novo mapa de Lisboa proposto pelo PS e pelo PSD, que reduz para 24 as actuais 53 freguesias, atribui às juntas mais competências a nível de manutenção do espaço público, gestão de equipamentos, intervenção comunitária e habitação.
Segundo o documento, assinado hoje pela distrital do PSD e pela federação da área urbana do PS, as juntas de freguesia ficarão, por exemplo, a assegurar a manutenção de espaços verdes, conservar pavimentos pedonais, limpar as ruas, licenciar actividades como a venda ambulante de lotarias ou leilões, construir parques infantis e sanitários públicos, gerir feiras e mercados ou a definir critérios especiais nos processos de realojamento.

Estas competências não se aplicarão, contudo, quando envolvam «espaços, vias, equipamentos ou matérias de natureza estruturante para a cidade» e o apoio a actividades e instituições não serão dados se já houver apoio da câmara.

De acordo com o presidente do executivo municipal, António Costa (PS), o reforço da descentralização de competências será suportado apenas pelo orçamento camarário e não implicará mais despesa com meios humanos ou físicos, pelo que alguns colaboradores da câmara passarão para as juntas.

Com a proposta de reforma administrativa, os dois partidos sugerem também uma reorganização dos executivos das juntas, com «a possibilidade de aumentar o número de permanências dos membros».

O documento visa também dar «expressão administrativa» às freguesias e equilibrar as suas dimensões relativas, já que há freguesias com 400 eleitores e outras com 45 mil.

Os dois partidos, que negociaram ao nível concelhio e distrital, propõem que seja criada uma nova freguesia do Oriente em parte da atual freguesia de Santa Maria dos Olivais, mas sem incluir para já algum território do vizinho do concelho de Loures, como reivindicado por comerciantes e moradores do Parque das Nações.

Excluída fica a ideia, contemplada num estudo feito por um consórcio universitário no ano passado, de criar a freguesia de Telheiras, separando este bairro da restante área do Lumiar.

Assim, esta freguesia mantém o desenho actual, tal como Carnide, São Domingos de Benfica, Benfica, Campolide, Ajuda, Alcântara, Marvila e Beato.

As restantes freguesias são associadas em novas, definindo-se as seguintes junções: Campo Grande/São João de Brito/Alvalade, Anjos/São Jorge de Arroios/Pena, São João/Penha de França, Santo Condestável/Santa Isabel, Lapa/Santos/Prazeres, São Sebastião/Nossa Senhora de Fátima, Alto do Pina/São João de Deus, Charneca/Ameixoeira, São Francisco Xavier/Santa Maria de Belém, São Vicente de Fora/Graça/Santa Engrácia, Mercês/Santa Catarina/Encarnação/São Paulo e São Mamede/São José/Coração de Jesus.

A maior associação ocorre no centro histórico, com a união dos Mártires, Sacramento, São Nicolau, Madalena, Santa Justa, Sé, Santiago, São Cristóvão e São Lourenço, Castelo, Socorro, São Miguel e Santo Estêvão.

A proposta será apreciada na próxima semana na câmara e segue para a assembleia municipal (onde o voto do PS e PSD garante a aprovação), sendo depois submetida a discussão pública, nova votação nos órgãos autárquicos e, finalmente, à apreciação da Assembleia da República.

O líder da bancada municipal do PSD, António Prôa, sublinhou a importância de o Parlamento «ser capaz de corresponder até ao final» ao anseio da cidade e de a reforma administrativa de Lisboa não estar dependente de outras eventuais reivindicações idênticas no resto do país.

Publicado pela Lusa / SOL em 20-01-2011

http://downloads.sol.pt/pdf/Limites_17_01_2011.pdf

domingo, novembro 14, 2010

BAIRROS CENTRAM ATENÇÕES EM DEBATE SOBRE FREGUESIAS

Sessão da Assembleia Municipal serviu para debater estudo sobre governação local

Publicado no DN por Inês Banha em 10-11-2010

"O conceito de bairro é a base de identidade de Lisboa." As palavras são de João Seixas, coordenador executivo do estudo "Qualidade de Vida e Governação na Cidade de Lisboa", e foram proferidas ontem, durante a sessão extraordinária da Assembleia Municipal de Lisboa, no Teatro Aberto. A ideia foi unanimemente aceite pela audiência, mas as opiniões divergiram no que se considera ser um bairro.

Segundo Jorge Gaspar, orador durante a tarde de ontem, a "questão do bairro não pode ser mitificada", embora seja importante. Para o professor universitário, há que ter em conta que nem todos os bairros de Lisboa são iguais.

"Falar do Bairro de Chelas é muito diferente de falar do Bairro de Campo de Ourique ou do Bairro de Alfama", argumentou. Até porque, salientou, o "bairro é polissémico" e cada um tem uma origem distinta.

Para o arquitecto Silva Dias, que interveio no debate aberto ao público, a própria palavra bairro tende a desaparecer, devido à conotação negativa que tem vindo a adquirir, por indiciar separação. A título de exemplo, mencionou o caso do Bairro Azul, contrastando-o com o de Alvalade.

A discussão surgiu a propósito da proposta feita no estudo encomendado pela Câmara Municipal de Lisboa ao Instituto Superior de Economia e Gestão e ao Instituto de Ciências Sociais e que foi globalmente coordenado por Augusto Mateus, professor universitário.

No que João Seixas sublinhou ser "sobre a governação da cidade" e não sobre "mapas", os investigadores propuseram alterações à organização administrativa da cidade. De entre as várias propostas, a que tem reunido mais consenso é a de redução das actuais 53 freguesias para 27 (ver imagem), a fim de existir uma maior eficiência na gestão da cidade.

Um dos opositores a esta proposta é o presidente da Junta dos Mártires, Guerra de Sousa, que não aceita que se acabe com uma freguesia "criada em 1147", apesar de ser uma das mais pequenas do concelho de Lisboa. Até porque, defendeu, durante o dia, é uma das áreas mais povoadas do país, com quase um milhão de pessoas: abrange o Chiado.

http://dn.sapo.pt/DNMultimedia/DOCS+PDFS/lisboa.pdf

ANTÓNIO COSTA DEFENDE REFORMA ADMINISTRATIVA EM LISBOA


Pela Redacção de A Bola em 09-11-2010

A assembleia municipal da câmara de Lisboa promoveu um debate, esta terça-feira, sobre «o novo mapa de Lisboa para o século XXI». A necessidade de uma reforma administrativa, com freguesias mais alargadas e outras competências, foi salientada por António Costa.

«As freguesias são espaços de representação dos cidadãos e para que sejam representativas têm que ter identidade e a identidade resulta dos cidadãos se identificarem ou não. O modelo que nós propomos é o conceito de bairro», disse o presidente da autarquia, segundo a Renascença.

«As pessoas conhecem o Bairro Alto e não necessariamente as quatro freguesias em que este se divide; as pessoas reconhecem Alfama e não as três freguesias em que se divide. É utilizar estes conceitos de bairro como espaço identitário para proceder a reagrupamentos de freguesias que tenham uma outra escala», prosseguiu.

O socialista acrescentou outro exemplo: «A fronteira entre o Lumiar e a nova freguesia de Telheiras era traçada pela Padre Cruz e a Calçada de Carriche o que fazia com que a parte antiga do Lumiar ficasse de fora». Um estudo já realizado prevê três soluções: manter as actuais 53 freguesias, reduzi-las a 27 ou mesmo a nove.

sábado, setembro 11, 2010

FERIADO EM SANTO ESTÊVÃO

Quem se deslocou hoje à Junta de Freguesia de Santo Estêvão deparou com uma situação insólita: as instalações encerradas na véspera do fim-de-semana, sem qualquer funcionário ou qualquer informação no site.

Aparentemente o bom tempo que se faz sentir em Setembro e o chamamento da praia foi mais forte que o dever de servir os munícipes. Mau exemplo de quem por um lado, reclama mais investimento e mais empenho da CML em Alfama mas por outro lado gasta à tripa-forra o dinheiro dos contribuintes em festarolas e viagens para ganhar votos.





quinta-feira, setembro 09, 2010

NOVO TERMINAL DE CRUZEIROS DE LISBOA

As imagens do trabalho vencedor do Concurso Internacional para o Terminal de Cruzeiros de Lisboa, promovido pela Administração do Porto de Lisboa (APL), foram disponibilizadas no site do ateliê do arquitecto João Luís Carrilho da Graça.

Em frente ao Museu do Fado, no coração de Alfama, vai surgir um Parque verde com 520 metros de comprimento e uma largura entre 90 e 120 metros que comunica com o rio.





terça-feira, agosto 17, 2010

ARQUITECTO CARRILHO DA GRAÇA VENCE CONCURSO PARA NOVO TERMINAL DE CRUZEIROS DE LISBOA


Publicado em 31.07.2010, 09:20 Por Marisa Soares

O arquitecto Carrilho da Graça ganhou o concurso para projectar o novo terminal de cruzeiros de Santa Apolónia, lançado em Março pela Administração do Porto de Lisboa (APL). O júri, que avaliou os 37 trabalhos concorrentes, foi unânime ao considerar que a proposta de Carrilho da Graça se traduz "num claro benefício" para a cidade e para o seu porto.

O projecto do autor de alguns edifícios emblemáticos da capital - como o Pavilhão do Conhecimento dos Mares, na antiga Expo "98, ou a recente Escola Superior de Música - convenceu o júri por incluir um "edifício relativamente pequeno, com uma volumetria delicada", sublinhou o grupo de avaliadores composto pelo arquitecto catalão Juan Busquets e o arquitecto paisagista Gonçalo Ribeiro Telles, entre outros.

Ao PÚBLICO, Carrilho da Graça explicou que a ideia-base do projecto foi "partir da intervenção que a APL quer fazer na zona e criar espaços que possam ser desfrutados pela cidade, independentemente de haver cruzeiros ou não". A dimensão prevista permite minimizar o impacte visual do terminal, um assunto que tanta polémica suscitou no passado junto dos moradores do bairro de Alfama. Estes temiam perder a vista sobre o Tejo, caso avançasse o anterior projecto da APL.

O júri apreciou também a cobertura visitável do terminal, o que converte o edifício numa "nova topografia da cidade, entre a colina de Alfama e o Tejo", salienta a APL, no comunicado em que anuncia o vencedor

Outra preocupação do arquitecto foi tornar o espaço polifuncional. "Nos períodos com menos paquetes, a zona pode ser utilizada com outros objectivos, como concertos ou exposições", explica. Além de um grande parque verde urbano, que preenche a área envolvente, eestacionamento (para cerca de 80 autocarros), a proposta vencedorainclui um anfiteatro exterior com vista para o rio e para a cidade.

O terminal de cruzeiros vai juntar-se à lista de obras emblemáticas deste arquitecto, que tem no currículo ainda a Escola Superior de Comunicação Social e a extensão do Palácio de Belém.

A primeira fase do projecto deverá estar concluída em 2013. Terá uma área total de 7790 metros quadrados, envolve um investimento superior a 25 milhões de euros, pagos pela APL, que promoveu o concurso em parceria com a Câmara de Lisboa e a Ordem dos Arquitectos.

Além do projecto de Carrilho da Graça, o júri destacou, pela qualidade, mais quatro projectos. Receberam menção os gabinetes de Aires Mateus Arquitectos, Guillermo Vazquez Consuegra, ARX Portugal Arquitectos e Zaha Hadid Limited.

quinta-feira, julho 01, 2010

ASSEMBLEIA PARTICIPATIVA DA CML NA VOZ DO OPERÁRIO

Assembleia Participativa do OP from Câmara Municipal de Lisboa on Vimeo.



Realizou-se no dia 24 de Junho, na Voz do Operário, a oitava e última Assembleia Participativa, visando promover o debate e o esclarecimento sobre o processo de Orçamento Participativo e proporcionar a apresentação de propostas. Esta Assembleia abrangeu as freguesias de São Cristóvão e São Lourenço, Madalena, Castelo, Santiago, Sé, São Miguel, Graça, São Vicente de Fora, Santo Estêvão, Santa Engrácia e São José.

terça-feira, dezembro 15, 2009

ORÇAMENTO PARTICIPATIVO DA CML

A CML vai executar os projectos mais votados no Orçamento Participativo 2010 (até ao montante total de 5 milhões de euros). A fase de votação dos projectos seleccionados pela CML está a decorrer pela internet até 20 de Dezembro de 2009, para mais informações contacte a CML

Site www.cm-lisboa.pt/op
Tel. 21 798 82 20 / 21 798 94 46
Email: op@cm-lisboa.pt

domingo, abril 26, 2009

A REDE PARTILHADA DE BICICLETAS DE LISBOA E O "JOGO DEMOCRÁTICO"

Que as bicicletas são um meio de locomoção ecológico com uma série infinita de vantagens, nomeadamente ao nível da saúde, que o número de utilizadores está rapidamente a crescer em Portugal, que há experiências bem sucedidas tanto em Portugal (nomeadamente em Aveiro) como no estrangeiro (dos EUA à Europa, nomeadamente aqui ao lado na nossa vizinha Espanha em Barcelona) todos estamos de acordo, agora quando esta questão é discutida na Assembleia Municipal de Lisboa tudo se transforma num jogo político (alegadamente democrático), com argumentos duvidosos e falaciosos, em que todos perdemos.

Depois de anos sem os partidos fazerem absolutamente nada de concreto em prol da mobilidade de repente toda a oposição se preocupa com os coitadinhos dos ciclistas, com a qualidade das vias, com a responsabilidade publica, com tudo e com nada só para chumbar uma proposta da CML e pasme-se que, por razões puramente politicas, nem o Partido dos Ecologistas teve coragem de aprovar uma proposta que visa dotar Lisboa de uma infra-estrutura absolutamente essencial numa cidade turística com graves carências na rede de transportes públicos e que é uma das capitais europeias onde o turismo mais cresce com peso real na economia.

Mas mais vergonhoso ainda, depois do chumbo politico na Assembleia Municipal de Lisboa, é evocar o nome dos cidadãos de Lisboa e a defesa das instituições para tentar impedir a todo o custo que a CML tente arranjar forma de viabilizar este projecto em parceria com outras entidades reduzindo o valor do investimento publico. Será que as instituições politizadas estão acima do interesse público? Será que os partidos acham que vale tudo no jogo político?

Actualmente, Lisboa tem três zonas turísticas paralelas ao rio perfeitamente cicláveis que vão ser unidas por um passeio ribeirinho:
- A zona da Expo,
- A zona histórica da Baixa e de Alfama
- A zona de Belém

Para além destas, há uma quarta via em concretização até ao final do ano, o corredor verde de Lisboa que consiste na ligação do centro da cidade ao parque florestal do Monsanto, através do Marquês de Pombal e adiante por Campolide, com uma inclinação gradual e perfeitamente ciclável por qualquer mortal.

Com estas medidas não só se melhora a mobilidade dos munícipes como dos visitantes, que por um valor aceitável podem mover-se facilmente em Lisboa, como também se desenvolvem as valências turísticas da cidade permitindo esticar o tempo médio de visita e permanência dos visitantes em Lisboa, com o que isso implica em termos de gastos nas estadias que facilmente cobrem o investimento inicial em benefícios tangiveis e intangiveis, sobretudo quando vivemos na capital do pais da Europa que ocupa o 2º lugar no rankig do número de carros por 1000 habitantes.

  • Lisboa: Assembleia Municipal chumba rede de bicicletas partilhadas


  • Pista Ciclável entre o Cais do Sodré e Belém e Rede de Bicicletas de Uso Partilhado


  • CML Rede de Bicicletas de Uso Partilhado


  • Proposta nº 971/2008 Assunto: Aprovar autorizar o lançamento do Procedimento por Diálogo Concorrencial previsto nos artigos 30.º e 204.º a 218.º do Código dos Contratos Públicos, tendente à criação e implementação de uma Rede de Bicicletas de Uso Partilhado complementar à Rede de Transportes Públicos de Lisboa, e aprovar autorizar a repartição de encargos, nos termos da proposta, ao abrigo do disposto nos nºs 1 e 6 do art. 22.º do Decreto-Lei n.º 197/99, de 8 de Junho, conjugado com a alínea q) do n.º 1 do art. 53.º da Lei n.º 169/99, de 18 de Setembro, com a redacção dada pela Lei n.º 5-A/2002, de 11 de Janeiro

    Rejeitada, com os votos contra do PSD, PCP e BE, com os votos a favor do PS e CDS/PP e com a abstenção do PEV na reunião nº 62 de Assembleia Municipal de Lisboa em 18/11/2008

    quinta-feira, abril 16, 2009

    CARTA ESTRATÉGICA DE LISBOA 2010-2024

    A Câmara Municipal de Lisboa vai organizar o 1º Seminário da Carta Estratégica de Lisboa, "CARTA ESTRATÉGICA DE LISBOA 2010-2024 UM COMPROMISSO PARA O FUTURO DA CIDADE" que vai realizar-se no dia 18 de Abril, pelas 10h, na Sala Almada Negreiros do Centro Cultural de Belém.

    O objectivo do seminário é debater e dar respostas às duas primeiras questões estratégicas que se colocam à nossa cidade:
    • Como recuperar, rejuvenescer e equilibrar socialmente a população de Lisboa?
    • Como tornar Lisboa uma cidade amigável, segura e inclusiva, para todos?

    quarta-feira, junho 04, 2008

    LISBOA: ALFAMA CRITICA CORTE NOS APOIOS DA CÂMARA PARA ARRAIAIS POPULARES

    Publicado em 15 de Maio de 2008 pela LUSA/SAPO

    A Presidente da junta de freguesia de Santo Estêvão, em Alfama, assim como as colectividades e os comerciantes e moradores da zona, criticam a Câmara de Lisboa por falta de apoios nos arraiais populares.

    Os moradores de Alfama dizem que a zona "está a morrer", a propósito de as colectividades virem a receber este ano da Câmara menos de 75 por cento do dinheiro do ano passado para financiar os arraiais dos santos populares, proposta aprovada em reunião de executivo.

    "Estou contra o facto de a Câmara fazer coisas destas", afirma presidente da junta, Lurdes Pinheiro, justificando: "As colectividades é que dinamizam os santos populares e estão a tirar-lhes os meios para isso."

    "As colectividades vão ter muitos problemas em cumprir o regulamento que a própria câmara estipulou para os arraiais, como por exemplo a regra que exige música ao vivo. O dinheiro que vão dar agora não chega para pagar nem uma noite de música", observa a presidente da junta.

    Os arraiais são organizados por voluntários, "mas não é o pobre que vai pagar as bandas que actuam", reitera Mário Rocha, presidente do Centro Cultural Magalhães Lima, uma das colectividades que costuma receber o apoio da Câmara, e que vê em risco, este ano, a organização dos seus arraiais.

    A presidente da junta acredita que a medida adoptada pela câmara "é apenas uma desculpa", pois "entretanto [a câmara] vai apoiando eventos privados como o Rock in Rio".

    "A tradição deixa de ser tradição", acrescenta.

    Alguns comerciantes como o casal Marques, que gere o restaurante Tolam, criticam as licenças que têm de pagar à Câmara para, por exemplo, porem o "fogareiro na rua".

    "Acho mal as colectividades terem apoio e nós não", pois, acredita Fernando Marques, "os comerciantes também fazem a festa" e apresentam condições de que esta necessita, "como as casas de banho que todos usam".

    "Pelo menos devíamos estar isentos de pagar a licença", contesta o dono do restaurante, afirmando que assim "a gente acaba por desistir de participar nos arraiais."

    "Qualquer dia isto morre. Apenas o amor de algumas pessoas que fazem um grande esforço mantém o Santo António", observa Hermínio Álvaro, morador da freguesia de Santo Estevão.

    Artur Pereira, de 63 anos, acrescenta que "antigamente" a festa decorria durante "o mês todo", recordando a existência de "um coreto com um conjunto a tocar": "convivia-se... E agora não permitem isso".

    quinta-feira, maio 15, 2008

    LISBOA DOWNTOWN 2008

    A 9ª edição do Lisboa downtown arranca no Sábado dia 17 de Maio pelas 14 horas com a habitual espectacularidade do maior evento que acontece em Alfama, depois dos Santos Populares.

    A licença é solicitada à Câmara Municipalde Lisboa pela Associação de Ciclismo de Lisboa e a organização é da Extreme, que ano após ano ainda não conseguiu não repetir os mesmos erros:
    - ocupação do espaço público sem arranjar solução para o estacionamento dos moradores,
    - divulgação atempada da informação para todos os moradores de Alfama (desde a freguesia da Sé à freguesia de Santo Estêvão),
    - colocação de sinaléctica com a indicação dos parques de estacionamento alternativos para moradores e visitantes.

    Basicamente a organização parece respirar o espírito e o modelo de organização dos santos populares que se aproximam... cada um por si e deus por todos.

    Contactos da organização: inacio@extreme.pt, tel. 91 902 20 49.