Parque para 50 carros fica dentro das muralhas
EMEL cria bolsa de estacionamento para moradores no Castelo de São Jorge
Publicado no Público em 07.03.2012 - 18:53 Por Carlos Filipe
As ruas da freguesia do Castelo, em Lisboa, não comportam todas as viaturas automóveis dos seus residentes, pelo que foi encontrada uma solução pouco consensual: estacionam em bolsa própria no interior do castelo.
No Castelo de São Jorge, em Lisboa, monumento nacional, dos mais visitados da cidade, um parque de estacionamento automóvel aparenta ser uma nova atracção, por inesperada e não anunciada em qualquer roteiro turístico. Não é, de facto, um parque, mas uma bolsa de estacionamento, muito informal, destinada a acolher até 50 automóveis de residentes na freguesia, que não encontram lugar nas ruas lotadas e estreitas do bairro.
O mais estranho é que o visitante que se dirige para o núcleo museológico - que após trabalhos arqueológicos recentes abriu ao público, revelando vestígios de um bairro islâmico - é apanhado de surpresa quando se depara com uma cerca e é forçado a subir e a descer degraus da fortificação adjacente, já a Norte do perímetro da zona monumentalizada, para aceder ao local de visita.
Nota-se que houve a preocupação de dissimular a presença daquela bolsa de estacionamento, cercando-a com rede, envolvida em tela de tecido acrílico verde. As viaturas acedem pelo Largo de Santa Cruz do Castelo, através de um pequeno portão. E a qualquer hora do dia, mesmo durante a noite, pois ali fica um segurança de plantão.
"Aquele espaço só foi criado pela Empresa Municipal de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa [EMEL] após a recuperação do espaço arqueológico, ainda que a intenção inicial era mesmo fazer um parque de estacionamento subterrâneo, com três pisos, no castelo, e sob aquele mesmo local. Mas os trabalhos ao lado revelaram importantes achados e o Igespar [Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico] achou por bem preservar o subsolo onde se encontra a bolsa", disse ao PÚBLICO o presidente da Junta de Freguesia do Castelo, Carlos Filipe Lima.
O autarca diz lamentar, mais que ninguém, a actual situação: "Nasci e aqui fui criado, brinquei muito no castelo e não estou satisfeito com a situação, pois o castelo deve ter muito mais dignidade do que lhe está a ser dada. Sinto algum desconforto com isto [a bolsa de estacionamento], e acho que devia haver alguma forma de conciliar a dignidade do castelo e as dificuldades de estacionamento na freguesia. É que sem este espaço seria mesmo o caos no bairro."
Ruas cheias
Um caos, mesmo que controlado, mas ainda assim um caos, e ainda à entrada de Março, pois nos meses de pico turístico, há-de ser bem pior, é a situação vivida à entrada do castelo. A metros pára o mini-bus da Carris, a carreira 737, que circula entre o monumento e a Praça da Figueira. E é mini porque as ruas da colina estão pejadas de carros e as viragens são complicadas. E mais complicada fica a manobra devido à presença dos táxis que ali despejam turistas e que por ali se mantêm à espera de nova corrida.
A senhora Maria - "simplesmente Maria", diz, está à janela do primeiro andar na Rua Bartolomeu de Gusmão. Diz-se habituada às agruras dos seus vizinhos que perdem um ror de tempo procurando um lugar para enfiar o automóvel. Não tem carro, mas é como se tivesse. "Às vezes ajudo-os a encontrar um lugar, daqui vejo mais longe. Mas sabe, a solução é não ter carro. Façam como eu, que ando a pé, e já tenho 68 anos."
Blogocrítica
Simplesmente Maria não se indigna com o parque no castelo, já o autor do blogue "Alfama - Planeta Alfama", indignou-se com a situação e chamou-lhe "era uma vez um castelo". Onde há carros, escreveu, havia em tempos um parque temático para crianças.
Fernando Nunes da Silva, vereador camarário para a mobilidade, salienta que enquanto não for encontrada uma solução definitiva para o problema do estacionamento na zona, "o parqueamento no castelo deverá ser arranjado e ordenado como deve ser". "Concordo que não se tenha feito o parque subterrâneo naquele local, uma vez que a importância dos achados merece que as entidades da cultura tenham reservado o espaço. Mas, idealmente, onde há carros deveria haver espaços de lazer e estadia para os visitantes do castelo", sublinha o vereador.O presidente da Junta do Castelo diz não ter recebido queixas na autarquia sobre a localização do estacionamento no castelo, frisa que não haveria soluções milagrosas como alternativa, mas que mesmo assim chegou a propor a adaptação de uma zona encostada à muralha, o Pátio D. Fradique, para a construção de "uma espécie de silo". Mas para ali também está previsto o alargamento de uma unidade hoteleira de luxo - o Palácio Belmonte.
Nas redondezas, dois parques explorados pela EMEL (ver outro texto) poderiam acolher mais viaturas dos residentes da zona 44 (Castelo). Mas, como lamenta Carlos Filipe Lima, "as pessoas acham que dizer que ficam perto é relativo e que os valores pedidos pela entidade que os explora são considerados elevados pela população, para além de dizerem que a insegurança é grande." Todavia, no que se refere ao parque das Portas do Sol, o estacionamento é automático e não possibilita acesso de pessoas ao seu interior.
Alfama. O Bairro de Alfama em Lisboa não vive só dos Santos Populares, das marchas do fado e do Lisboa Downtown. Virada a sul com vista para o Rio Tejo, Alfama estende-se do Castelo de São Jorge à Doca do Jardim do Tabaco e é dos maiores destinos turísticos de Lisboa.
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domingo, março 11, 2012
domingo, fevereiro 05, 2012
ERA UMA VEZ UM CASTELO
Numa cidade chamada Lisboa, com cerca de 4.000 anos de história, havia um castelo chamado Castelo de São Jorge onde os meninos não tinham parques infantis para brincar foi então que a Junta de Freguesia do Castelo, a CML e a EGEAC decidiram juntar-se e fizeram um Parque... de estacionamento dentro da área Museológica do Castelo de São Jorge que levou anos a reabilitar.
Recentemente foi inaugurado o Parque de Estacionamento do Chão do Loureiro a poucos metros do Castelo que é gerido por uma empresa Municipal a EMEL portanto não é de certeza por falta de estacionamento que esta situação "temporária" se mantém.
Se calhar fazia mais falta um parque temático para as crianças como existiu antes das obras (não só para as crianças do Castelo)... mas isso não dá votos na Junta de Freguesia
Recentemente foi inaugurado o Parque de Estacionamento do Chão do Loureiro a poucos metros do Castelo que é gerido por uma empresa Municipal a EMEL portanto não é de certeza por falta de estacionamento que esta situação "temporária" se mantém.
Se calhar fazia mais falta um parque temático para as crianças como existiu antes das obras (não só para as crianças do Castelo)... mas isso não dá votos na Junta de Freguesia
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quarta-feira, junho 04, 2008
CARRIS COM FADO, JAZZ E TEATRO A BORDO
Publicado 03.06.2008 em opcaoturismo.comA Carris e a EGEAC, E.M. - Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural, assinaram um protocolo para a realização conjunta de actividades de animação cultural na cidade de Lisboa para os anos 2008 e 2009. A parceria permite uma maior divulgação das Festas da Cidade de Lisboa em toda a frota da Carris e leva animação e cultura a todos os clientes destes transportes.
As Festas de Lisboa 2008 reinventam a cidade e os seus espaços, suscitando novos olhares e criando novos modos de fruição. A animação centra-se na zona da Praça do Comércio, Baixa-Chiado e Avenida da Liberdade e percorrem um considerável número de ruas da cidade a bordo dos eléctricos, autocarros e ascensores da Carris.
Este protocolo visa a divulgação e a dinamização de actividades culturais, permitindo oferecer teatro e música a todos os que usufruem dos transportes públicos da Carris.
Artistas amadores cantam o fado tradicional no palco dos eléctricos. Medalha de Prata de Mérito Turístico, este é já o quarto ano em que o Eléctrico 28 encanta os seus clientes com música a bordo.
Este ano, a Carris disponibiliza os Eléctricos 18 e o 25, que se juntam, também, à festa, alargando esta experiência a mais bairros lisboetas. Do Martim Moniz aos Prazeres, passando pela Graça, Alfama, Bica e Bairro Alto. O Fado nos Eléctricos acontece até 29 de Junho, às quintas e domingos, das 16 às 18h e 19 às 21h.
O teatro é a proposta da Carris a todos os clientes das carreiras dos autocarros nº 745, 746, 755 e 758. Acontece de 4 a 25 Julho, às sextas-feiras e a partir 18h00.
Jazz às Onze
A Carris e a EGEAC associam-se aos 60 anos do Hot Clube de Portugal e proporcionam momentos de jazz nos Ascensores e Elevador da cidade das Sete Colinas. Estes meios de transporte, propriedade da Carris e classificados como Monumentos Nacionais, são: o Ascensor do Lavra, o mais antigo da cidade, inaugurado em 1884, faz a ligação entre o largo da Anunciada e a Travessa do Forno do Torel; o Ascensor da Glória, o mais movimentado, inaugurado em 1885, liga a Praça dos Restauradores ao Bairro Alto; o Ascensor da Bica, com o percurso mais pitoresco, inaugurado em 1892, faz a ligação entre a Rua de São Paulo e o Largo do Calhariz; e o Elevador de Santa Justa, único elevador vertical, inaugurado em 1902, liga a Rua do Ouro ao Largo do Carmo. Acontece apenas nos dias 5, 13, 19 e 27 Setembro, das 11h e às 23h00
No âmbito deste protocolo, a Banda da CARRIS terá, também, uma agenda definida de actuações nos espaços públicos geridos pela EGEAC, estando já prevista uma actuação do Grupo Coral da Carris na zona superior do Elevador de Santa Justa, no mês de Dezembro.
Refira-se ainda para entrar nos eléctricos, autocarros ou elevadores basta possuir os títulos de transporte válidos nos transportes da Carris.
sexta-feira, fevereiro 29, 2008
MUSEU DO FADO ENCERRA PORTAS PARA OBRAS DE REQUALIFICAÇÃO
Publicado por Diário Digital/ Lusa, 29-02-2008O Museu do Fado em Lisboa encerra ao público a partir da próxima segunda-feira para obras de remodelação, devendo abrir novamente portas em Junho, disse à Lusa fonte da instituição.
O projecto de requalificação do Museu, situado em Alfama, é apoiado em 54% pelo Programa Operacional da Cultura (POC), tendo as obras começado já em Outubro passado.
«A partir de segunda-feira far-se-á a intervenção de renovação e ampliação da exposição permanente, que obriga a encerrar portas», indicou Sara Pereira, gestora do Museu.
«O projecto de recuperação e valorização do Museu implica a reabilitação das fachadas e coberturas, a valorização do circuito museológico através da ampliação e renovação da exposição permanente, passando pela eliminação de barreiras arquitectónicas no interior do edifício, no sentido de garantir a acessibilidade dos visitantes com mobilidade condicionada», explicou.
A instalação de sistemas de vídeovigilância, bem como a renovação do sistema de ingressos, controlo e apuramento estatístico dos visitantes, são outras áreas alvo de intervenção «Na futura exposição, o Museu integrará postos de consulta interactiva, disponibilizando aos visitantes a consulta, em suporte digital, de documentação (periódicos, repertórios, fotografias) biografias de fadistas, instrumentistas, autores e compositores e casas de fado», enumerou. Segundo a responsável, as obras de remodelação irão «aumentar exponencialmente a quantidade de informação disponível aos visitantes e maximizar os meios de divulgação do universo do Fado».
Sara Pereira referiu ainda que «o projecto expositivo, desenvolvido ao longo de um discurso museográfico contemporâneo, contemplará a integração de um importante acervo de artes plásticas e de renovados conteúdos museológicos, a par de uma tecnologia multimédia interactiva, com o intuito de incrementar significativamente a qualidade e a quantidade de informação».
O Museu do Fado foi inaugurado a 25 de Setembro de 1998, estando instalado no antigo Recinto da Praia, ao Largo do Chafariz de Dentro, em Alfama, uma antiga estação elevatória de águas.
O Museu, entre outras peças, apresentava uma colecção de guitarras, vários troféus conquistados por fadistas, nomeadamente o Prémio BBC Rádio 3 World Music, ganho por Mariza em 2003, discos, cartazes e a recriação de uma casa de fados.
Além da exposição permanente, o Museu incluía um espaço de exposições temporárias, onde se apresentaram mostras relativas a Amália Rodrigues, Berta Cardoso, David Mourão-Ferreira e Carlos do Carmo, entre outros, um Centro de Documentação e um auditório, onde se realizaram várias iniciativas promovidas pelo museu ou associação ligadas ao estudo do Fado.
O guitarrista e estudioso José Pracana realizou uma série de palestras, assim como o investigador Vítor Duarte Marceneiro. A Academia do Fado e da Guitarra Portuguesa e a Associação Portuguesa dos Amigos do Fado levaram a cabo vários ciclos.
O Museu integra a rede de equipamentos da EGEAC (Empresa municipal de Equipamentos e Animação Cultural).
segunda-feira, novembro 05, 2007
CASTELO DE S. JORGE REVELA AEQUEOLOGIA
Publicado no DN por Luísa Botinas
No ano em que se comemoram os 860 anos da tomada de Lisboa, a autarquia da capital vai abrir ao público, a 25 de Outubro próximo, a área arqueológica do Castelo de São Jorge. Para tanto, a EGEAC, empresa municipal que gere os equipamentos culturais da cidade, conseguiu do Governo a comparticipação em 62% do projecto de valorização daquele conjunto patrimonial.
O montante global da candidatura apresentada pela EGEAC ao Programa Operacional da Cultura é de cerca de um milhão de euros, devendo a comparticipação chegar aos 623 mil euros. O projecto deverá permitir aos visitantes do castelo ver as escavações arqueológicas que revelam traços da ocupação islâmica e da Idade do Ferro.
A intervenção resulta de um protocolo entre a EGEAC, o Instituto Português do Património Arquitectónico e o Instituto Português de Arqueologia e consiste na colocação de estruturas de protecção dos vestígios arqueológicos e de encaminhamento dos visitantes (cobertutra dos vestígios e passadeiras de gradeado metálico, sobrelevadas em relação às estruturas arqueológicas).
A Praça Nova do Castelo de São Jorge, onde as escavações se iniciaram em 1996, terá um conjunto de estruturas à vista do público, incluindo um núcleo urbano do período islâmico, vestígios do Palácio dos Condes de Santiago e restos de habitações da Idade do Ferro. Na sala da cisterna e das colunas será instalado um núcleo museológico, com o espólio descoberto durante as escavações na Praça Nova. A sua abertura está prevista para 2008.
A estação arqueológica do castelo revela um antigo bairro islâmico sobre o qual foi construído o Palácio dos Bispos, que ali funcionou até ao terramoto de 1755.
Monumento nacional
Declarado monumento nacional em 1910, o Castelo de São Jorge ergue-se na mais alta colina de Lisboa, datando do século II a. C. a primeira fortificação conhecida.
As campanhas arqueológicas mais recentes permitiram registar testemunhos de ocupação desde pelo menos o século VI a.C. Fenícios, gregos, cartaginenses, romanos e muçulmanos por aqui passaram, sendo estes últimos os responsáveis pela definição dos limites da alcáçova, cujo perímetro corresponde, sensivelmente, aos limites da actual freguesia do Castelo.
A partir do século XIII, o castelo albergou o Paço Real, tornando-se Lisboa a capital do reino. No século XVI, deu-se a estreia da primeira peça de teatro português Monólogo do Vaqueiro, de Gil Vicente, comemorativa do nascimento de D. João III, sucessor de D. Manuel. Do mesmo modo, foi o castelo palco da recepção a Vasco da Gama, após a descoberta do caminho marítimo para a Índia.
No ano em que se comemoram os 860 anos da tomada de Lisboa, a autarquia da capital vai abrir ao público, a 25 de Outubro próximo, a área arqueológica do Castelo de São Jorge. Para tanto, a EGEAC, empresa municipal que gere os equipamentos culturais da cidade, conseguiu do Governo a comparticipação em 62% do projecto de valorização daquele conjunto patrimonial.
O montante global da candidatura apresentada pela EGEAC ao Programa Operacional da Cultura é de cerca de um milhão de euros, devendo a comparticipação chegar aos 623 mil euros. O projecto deverá permitir aos visitantes do castelo ver as escavações arqueológicas que revelam traços da ocupação islâmica e da Idade do Ferro.
A intervenção resulta de um protocolo entre a EGEAC, o Instituto Português do Património Arquitectónico e o Instituto Português de Arqueologia e consiste na colocação de estruturas de protecção dos vestígios arqueológicos e de encaminhamento dos visitantes (cobertutra dos vestígios e passadeiras de gradeado metálico, sobrelevadas em relação às estruturas arqueológicas).
A Praça Nova do Castelo de São Jorge, onde as escavações se iniciaram em 1996, terá um conjunto de estruturas à vista do público, incluindo um núcleo urbano do período islâmico, vestígios do Palácio dos Condes de Santiago e restos de habitações da Idade do Ferro. Na sala da cisterna e das colunas será instalado um núcleo museológico, com o espólio descoberto durante as escavações na Praça Nova. A sua abertura está prevista para 2008.
A estação arqueológica do castelo revela um antigo bairro islâmico sobre o qual foi construído o Palácio dos Bispos, que ali funcionou até ao terramoto de 1755.
Monumento nacional
Declarado monumento nacional em 1910, o Castelo de São Jorge ergue-se na mais alta colina de Lisboa, datando do século II a. C. a primeira fortificação conhecida.
As campanhas arqueológicas mais recentes permitiram registar testemunhos de ocupação desde pelo menos o século VI a.C. Fenícios, gregos, cartaginenses, romanos e muçulmanos por aqui passaram, sendo estes últimos os responsáveis pela definição dos limites da alcáçova, cujo perímetro corresponde, sensivelmente, aos limites da actual freguesia do Castelo.
A partir do século XIII, o castelo albergou o Paço Real, tornando-se Lisboa a capital do reino. No século XVI, deu-se a estreia da primeira peça de teatro português Monólogo do Vaqueiro, de Gil Vicente, comemorativa do nascimento de D. João III, sucessor de D. Manuel. Do mesmo modo, foi o castelo palco da recepção a Vasco da Gama, após a descoberta do caminho marítimo para a Índia.
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