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domingo, janeiro 15, 2012

Turistas a saque em miradouros de Alfama

Publicado em 2012-01-13 no JN por Paulo Lourenço

Os casos de furtos a turistas nos miradouros históricos de Alfama estão a criar uma verdadeira onda de indignação entre quem ali vive ou trabalha. Nos eléctricos, a situação arrasta-se há anos e há relatos de roubos com grande violência nas vielas do bairro.

Um passeio pelo mais castiço bairro da capital pode revelar-se um autêntico pesadelo. Especialmente, se incluir uma paragem nos miradouros de Santa Luzia ou Portas do Sol, dois locais de onde é possível desfrutar de uma magnífica panorâmica sobre a cidade e o rio.

"Andam aí todos os dias. Já os conhecemos. Apanhar os turistas desprevenidos num momento de lazer e roubar-lhes malas e máquinas fotográficas é o "trabalho" deles", conta ao JN um habitual frequentador do espaço, que solicita o anonimato, com receio de represálias. "É que, quando avisamos os estrangeiros, eles ameaçam-nos. São perigosos", explica.

Os relatos falam em grupos de jovens - portugueses e estrangeiros - que abordam os turistas de forma discreta. "Muitas vezes, passam também por turistas, com mapas na mão que abrem, para dissimular os furtos. E andam bem vestidos", revela outro testemunho.

"Não imagina como as coisas se passam. Eles actuam em bando, os turistas não dão por nada e quando se apercebem já não há nada a fazer", conta um homem, que trabalha num estabelcimento comercial vizinho.

"Já vi pessoas desesperadas, a chorar, por ficarem sem nada. Dinheiro e documentos", diz o mesmo testemunho. Recorda um caso recente em que uma turista de nacionalidade russa "quase morria com um ataque de pânico" quando constatou que lhe tinham roubado a mala. "Além da documentação, levaram-lhe mil euros", recorda.

"Isto é uma calamidade", desabafa Francisco Maia, presidente da Junta de São Miguel, que, recentemente deu conta destes casos ao presidente da Câmara. António Costa tomou nota e "mostrou-se muito preocupado", afiança o autarca.

"Toda a zona é aprazível para o relaxe e para disfritar da paisagem, que é o que os turistas fazem", salienta, destacando que há "autênticos bandos" que se aproveitam disto para actuar. "De dia é um caos, e, à noite, no interior do bairro, ainda é pior, com roubos por esticão, com alguma violência", diz.

"É uma brutalidade"

Na vizinha freguesia de Santo Estevão, a presidente da Junta, Maria de Lurdes Pinheiro, fala de roubos com grande violência. "É uma brutalidade! Muitas vezes, os turistas são puxados para o interior de um beco, encostados à parede e agredidos por grupos, que depois de roubarem, desaparecem rapidamente", conta.

sexta-feira, janeiro 07, 2011

quarta-feira, abril 28, 2010

CANDIDATURA DO FADO A PATRIMÓNIO DA HUMANIDADE ENTREGUE ATÉ FINAL DE AGOSTO


Publicado no Publico 28.04.2010 - 17:32 Por Lusa

A candidatura do Fado a património imaterial da Humanidade será entregue à comissão nacional da Unesco até ao final de Agosto, anunciou hoje o presidente da Câmara de Lisboa, António Costa (PS).

“Devemos apresentar até 31 de Agosto esta candidatura à Comissão Nacional da Unesco [organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura], para que a possa encaminhar para a Unesco”, disse António Costa.

O autarca falava durante a reunião pública do executivo municipal em que foi apresentada a candidatura pela comissão, liderada pelo musicólogo Rui Vieira Nery.

“O processo de apreciação decorrerá pelo menos durante um ano. Na melhor das hipóteses, a Unesco pronuncia-se em Setembro de 2011”, disse António Costa.

Até lá, deverá ser desenvolvido um “trabalho para alargar a visibilidade do Fado e da cidade de Lisboa”, que passará também pelo plano “diplomático”.

A Câmara irá agora tomar uma deliberação, que será sujeita a apreciação da Assembleia Municipal, referiu António Costa.

O presidente da autarquia sublinhou ainda que serão solicitados os apoios do Presidente da República, da Assembleia da República e do Governo à candidatura.

O trabalho de estudo promovido pela comissão cientifica da candidatura, que foi lançada em 2004 pelo então presidente de Câmara Pedro Santana Lopes, foi saudado por todas as forças políticas.

Santana Lopes enalteceu a “capacidade de prosseguir o trabalho, independentemente dos mandatos autárquicos” e referiu a unanimidade da decisão de 2004, “que se continua a verificar”.

O vereador do CDS-PP António Carlos Monteiro, que integrava o executivo de Santana Lopes, sublinhou a decisão tomada então pelo social democrata.

O vereador comunista Ruben de Carvalho, que enquanto administrador da Lisboa 94, capital europeia da Cultura, promoveu iniciativas de estudo do Fado, sublinhou que o trabalho da comissão é já um “valor adquirido, aconteça o que acontecer”.

terça-feira, abril 27, 2010

domingo, outubro 05, 2008

Museu do Fado reabriu hoje com espólio renovado e um visual moderno

Postos interactivos, audio-guias são algumas das novidades
Presstur 03-10-2008 (20h24)

O Museu do Fado, no bairro lisboeta de Alfama, reabriu hoje ao público, depois de uma profunda remodelação do interior, apresentando-se com um visual mais moderno e claro com espólio reforçado e onde não faltam as novas tecnologias que proporcionam uma maior informação aos visitantes.”Estas alterações recolocam o fado em termos de futuro, com um espaço mais virado para os estrangeiros, turistas e investigadores”, disse Miguel Honrado da Empresa de Gestão de Equipamento Culturais. Das salas escuras e da recriação de ambientes de tabernas, oficinas, xailes, da exposição inaugural de há 10 anos o museu passou a oferecer postos de escuta e informação sobre a canção nacional, projecções de filmes e actuações de fadistas e, algumas obras plásticas em que o fado marca presença.

A responsável do Museu, Sara Pereiro, disse ao PressTUR que o projecto resultou de uma candidatura ao Programa Operacional da Cultura, por ocasião do 10º aniversário do museu e, teve como critérios “reunir num mesmo espaço obras alusivas ao fado, que estavam noutras instituições”. Segundo Sara Pereiro a integração dos quadros alusivos ao fado vão complementar o espólio existente e permitir uma leitura mais completa sobre o fado.
Pela primeira vez, pinturas, discos, guitarras, maquetas e fatos de cena encontram-se num mesmo espaço, que podem ser agora vistos numa visita onde não faltam os audio-guias, em inglês, francês, castelhano ou português.“O museu sofreu ainda alterações na estrutura física, ao nível das acessibilidades, dos ingressos e estatísticas do museu, da exposição permanente e do restaurante, que também foi reabilitado e reabre dia 7”, acrescentou a responsável.

A abrir a exposição está a “Casa da Mariquinhas” de Alfredo Marceneiro, agora com espaço só para si e com mais destaque, seguida da primeira sala da mostra permanente, em que o quadro “O Fado” de Malhoa, emprestado até Janeiro pelo Museu da Cidade de Lisboa, ocupa um lugar de destaque. Deste museu chegou ainda o painel lenticular de João Vieira e que vai ficar ali em depósito, juntamente com outros dois quadros.Carlos Paredes e Amália Rodrigues são presenças em destaque no museu, e nas salas onde não faltam quadros, discos de vinil nas paredes ou instrumentos musicais e letras de fados, além de relíquias como a maqueta de Rui Pimentel, filmes e um vestido de uma fadista de outros tempos.

O museu propõe ainda postos de escuta interactivos que tornam o espaço mais interactivo, para “ouvir, aprender e sentir o que é o fado”, vídeos de actuações de fadistas da velha e da nova geração, com destaque para Carlos do Carmo e Mariza. Para conquistar mais visitantes estrangeiros, o objectivo do museu passa também pela divulgação no estrangeiro e pela programação onde constam várias exposições temporárias, a primeira das quais a mostra “No Ar”, que recria um estúdio de rádio antigo e lembra a divulgação do fado na rádio.

sexta-feira, julho 18, 2008

ARTES: TELAS DE PINTOR HOLANDÊS ROUBADAS EM RUAS DE ALFAMA

Lisboa, 15 Jul (Lusa) - Vinte e nove das 87 telas do artista holandês Guus Slauerhoff expostas desde 6 de Junho em ruas da Alfama foram roubadas, estando já a polícia a investigar o caso.

Arie Pos, representante de Slauerhoff, disse à Lusa que duas ou três das telas desapareceram antes mesmo da inauguração e nos dias 2 e 3 de Julho foram retiradas "pelo menos 15, talvez mesmo 17 ou 18".

Várias dessas telas, segundo Pos, foram retiradas de varandins, o que só poderia ter sido feito com recurso "a escadas ou camionetas" e utilizando ferramentas para cortar os fios de nylon ou arame que as afixava.

Pos está convencido de que se está em presença de uma operação montada "com todo o cuidado" e com meios por profissionais.

As autoridades policiais foram informadas dos roubos na passada quarta-feira pelo representante do pintor, que lhes entregou 15 fotografias dos quadros roubados. As telas têm dois formatos - 2,40X1,80 e 2,00X1,80 metros - e são de material plástico transparente com quadros e desenhos do pintor estampados. A exposição, intitulada "Facetas da vida", foi a primeira com estas características realizada pelo pintor.

O "valor de produção" (incluindo a impressão e a tela) é de aproximadamente 200 euros cada, mas, se estivessem à venda numa galeria de arte, cada uma valeria pelo menos 1500 euros, assinalou Pos. Slauerhoff nasceu em 1944 e já expôs várias vezes em Lisboa, nomeadamente no Museu do Fado.
RMM.

quarta-feira, junho 04, 2008

CARRIS COM FADO, JAZZ E TEATRO A BORDO

Publicado 03.06.2008 em opcaoturismo.com

A Carris e a EGEAC, E.M. - Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural, assinaram um protocolo para a realização conjunta de actividades de animação cultural na cidade de Lisboa para os anos 2008 e 2009. A parceria permite uma maior divulgação das Festas da Cidade de Lisboa em toda a frota da Carris e leva animação e cultura a todos os clientes destes transportes.

As Festas de Lisboa 2008 reinventam a cidade e os seus espaços, suscitando novos olhares e criando novos modos de fruição. A animação centra-se na zona da Praça do Comércio, Baixa-Chiado e Avenida da Liberdade e percorrem um considerável número de ruas da cidade a bordo dos eléctricos, autocarros e ascensores da Carris.
Este protocolo visa a divulgação e a dinamização de actividades culturais, permitindo oferecer teatro e música a todos os que usufruem dos transportes públicos da Carris.

Artistas amadores cantam o fado tradicional no palco dos eléctricos. Medalha de Prata de Mérito Turístico, este é já o quarto ano em que o Eléctrico 28 encanta os seus clientes com música a bordo.

Este ano, a Carris disponibiliza os Eléctricos 18 e o 25, que se juntam, também, à festa, alargando esta experiência a mais bairros lisboetas. Do Martim Moniz aos Prazeres, passando pela Graça, Alfama, Bica e Bairro Alto. O Fado nos Eléctricos acontece até 29 de Junho, às quintas e domingos, das 16 às 18h e 19 às 21h.
O teatro é a proposta da Carris a todos os clientes das carreiras dos autocarros nº 745, 746, 755 e 758. Acontece de 4 a 25 Julho, às sextas-feiras e a partir 18h00.
Jazz às Onze

A Carris e a EGEAC associam-se aos 60 anos do Hot Clube de Portugal e proporcionam momentos de jazz nos Ascensores e Elevador da cidade das Sete Colinas. Estes meios de transporte, propriedade da Carris e classificados como Monumentos Nacionais, são: o Ascensor do Lavra, o mais antigo da cidade, inaugurado em 1884, faz a ligação entre o largo da Anunciada e a Travessa do Forno do Torel; o Ascensor da Glória, o mais movimentado, inaugurado em 1885, liga a Praça dos Restauradores ao Bairro Alto; o Ascensor da Bica, com o percurso mais pitoresco, inaugurado em 1892, faz a ligação entre a Rua de São Paulo e o Largo do Calhariz; e o Elevador de Santa Justa, único elevador vertical, inaugurado em 1902, liga a Rua do Ouro ao Largo do Carmo. Acontece apenas nos dias 5, 13, 19 e 27 Setembro, das 11h e às 23h00
No âmbito deste protocolo, a Banda da CARRIS terá, também, uma agenda definida de actuações nos espaços públicos geridos pela EGEAC, estando já prevista uma actuação do Grupo Coral da Carris na zona superior do Elevador de Santa Justa, no mês de Dezembro.

Refira-se ainda para entrar nos eléctricos, autocarros ou elevadores basta possuir os títulos de transporte válidos nos transportes da Carris.

quinta-feira, maio 01, 2008

LISBON: A HOUSE OF SOULFUL SONGS

By SETH SHERWOOD, April 20, 2008

Ana Moura is in a trance.
Eyes closed, head tilted back, the black-clad 28-year-old Portuguese diva lets her long, dark hair fall over half of her face as she fills the air with a soaring nocturnal lament.
Next to her, two guitarists pluck the minor-key accompaniment as the singer’s voice echoes through the 16th-century stone walls of Casa de Linhares (Beco dos Armazéns 2; 351 21 886 50 88; www.casadelinhares.com, perhaps the most atmospheric old music club in the medieval Alfama district in Lisbon.
"The bedsheets, like the waves where all of our feelings got shipwrecked," she sings in Portuguese, evoking the mix of seafaring imagery and mournfulness so deeply ingrained in fado, Lisbon’s traditional acoustic folk music.
When night settles over the hilltop castle of São Jorge and darkness fills the cobbled streets below, the neighborhood’s venerable fado houses come alive, reverberating with nocturnal music until the wee hours of the morning. Crowds fill the vaulted stone cellars. Servers deliver plates of blood sausage, traditional bacalhau (salt cod) and bottles of Portuguese red wine. And singers of all ages, mostly female, take turns distilling stories of gut-wrenching loss into glimmering crystalline melodies.
Last year, Mick Jagger, Keith Richards and other members of the Rolling Stones dropped in to Casa de Linhares to witness Ms. Moura perform. (She wound up collaborating on adapted versions of Stones classics “Brown Sugar” and “No Expectations” for a coming album of Stones songs.)

And while the origins of fado are somewhat nebulous — it has been varyingly traced back to the Moorish invaders, Brazilian slaves and homesick Portuguese sailors — its powerful emotions are clearly universal. Like midnight itself, the music is dark, mysterious and utterly enveloping.
"I once heard a lady say — she had been crying — ‘I cannot understand the lyrics, but I can feel it inside,’ ” Ms. Moura said. “That’s the thing with fado."

sexta-feira, fevereiro 29, 2008

MUSEU DO FADO ENCERRA PORTAS PARA OBRAS DE REQUALIFICAÇÃO

Publicado por Diário Digital/ Lusa, 29-02-2008

O Museu do Fado em Lisboa encerra ao público a partir da próxima segunda-feira para obras de remodelação, devendo abrir novamente portas em Junho, disse à Lusa fonte da instituição.

O projecto de requalificação do Museu, situado em Alfama, é apoiado em 54% pelo Programa Operacional da Cultura (POC), tendo as obras começado já em Outubro passado.
«A partir de segunda-feira far-se-á a intervenção de renovação e ampliação da exposição permanente, que obriga a encerrar portas», indicou Sara Pereira, gestora do Museu.
«O projecto de recuperação e valorização do Museu implica a reabilitação das fachadas e coberturas, a valorização do circuito museológico através da ampliação e renovação da exposição permanente, passando pela eliminação de barreiras arquitectónicas no interior do edifício, no sentido de garantir a acessibilidade dos visitantes com mobilidade condicionada», explicou.
A instalação de sistemas de vídeovigilância, bem como a renovação do sistema de ingressos, controlo e apuramento estatístico dos visitantes, são outras áreas alvo de intervenção «Na futura exposição, o Museu integrará postos de consulta interactiva, disponibilizando aos visitantes a consulta, em suporte digital, de documentação (periódicos, repertórios, fotografias) biografias de fadistas, instrumentistas, autores e compositores e casas de fado», enumerou. Segundo a responsável, as obras de remodelação irão «aumentar exponencialmente a quantidade de informação disponível aos visitantes e maximizar os meios de divulgação do universo do Fado».
Sara Pereira referiu ainda que «o projecto expositivo, desenvolvido ao longo de um discurso museográfico contemporâneo, contemplará a integração de um importante acervo de artes plásticas e de renovados conteúdos museológicos, a par de uma tecnologia multimédia interactiva, com o intuito de incrementar significativamente a qualidade e a quantidade de informação».

O Museu do Fado foi inaugurado a 25 de Setembro de 1998, estando instalado no antigo Recinto da Praia, ao Largo do Chafariz de Dentro, em Alfama, uma antiga estação elevatória de águas.
O Museu, entre outras peças, apresentava uma colecção de guitarras, vários troféus conquistados por fadistas, nomeadamente o Prémio BBC Rádio 3 World Music, ganho por Mariza em 2003, discos, cartazes e a recriação de uma casa de fados.

Além da exposição permanente, o Museu incluía um espaço de exposições temporárias, onde se apresentaram mostras relativas a Amália Rodrigues, Berta Cardoso, David Mourão-Ferreira e Carlos do Carmo, entre outros, um Centro de Documentação e um auditório, onde se realizaram várias iniciativas promovidas pelo museu ou associação ligadas ao estudo do Fado.
O guitarrista e estudioso José Pracana realizou uma série de palestras, assim como o investigador Vítor Duarte Marceneiro. A Academia do Fado e da Guitarra Portuguesa e a Associação Portuguesa dos Amigos do Fado levaram a cabo vários ciclos.
O Museu integra a rede de equipamentos da EGEAC (Empresa municipal de Equipamentos e Animação Cultural).

segunda-feira, junho 04, 2007

PASSAGEIROS DO ELÉCTRICO 28 VÃO OUVIR FADO A PARTIR DE QUINTA-FEIRA

Publicado pela Lusa/ Jornal Sol

 

Setenta e três fadistas e 32 músicos participam a partir de quinta-feira e até 01 de Julho na iniciativa «Fado no Eléctrico nº 28», que pretende divulgar o fado amador pelas ruas de Lisboa

Os artistas convidados vão interpretar o fado mais tradicional e castiço junto da população que «deambula por Lisboa», refere um comunicado da Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural (EGEAC), da Câmara de Lisboa.

O evento, que já vai na quinta edição, decorre de 07 de Junho a 01 de Julho, de quinta-feira a domingo das 16h00 às 18h00 e das 19h00 às 21h00. O itinerário do eléctrico 28 passa pelo Martim Moniz, Graça, São Vicente, Alfama, Castelo, Sé, Baixa, Chiado, Calçada do Combro, São Bento, Estrela, Campo de Ourique e Prazeres.

A abertura da iniciativa, na próxima quinta-feira, contará com as actuações de Esmeralda Amoedo, Conceição Ribeiro, Milene Candeias, Ana Maurício, Luís de Matos e Henrique Batista, entre outros. No ano passado, 640 pessoas assistiram às participações de 65 fadistas e 23 músicos. O «Fado no Eléctrico» é uma iniciativa da EGEAC, e está inserida na programação das Festas de Lisboa deste ano.