Desde 2004 que Alfama anseia por sinais de trânsito para assinalar o caminho para os parques de estacionamento junto ao rio mas, apesar do projecto estar aparentemente aprovado, ainda não houve verba. 
Alfama. O Bairro de Alfama em Lisboa não vive só dos Santos Populares, das marchas do fado e do Lisboa Downtown. Virada a sul com vista para o Rio Tejo, Alfama estende-se do Castelo de São Jorge à Doca do Jardim do Tabaco e é dos maiores destinos turísticos de Lisboa.
Desde 2004 que Alfama anseia por sinais de trânsito para assinalar o caminho para os parques de estacionamento junto ao rio mas, apesar do projecto estar aparentemente aprovado, ainda não houve verba. 
Pela Lusa/SOL, 8 de Outubro 2007
As estações do metropolitano do Terreiro do Paço e de Santa Apolónia serão inauguradas a 22 de Dezembro, anunciou hoje o ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, Mário Lino. Nessa data, ficará completa a Linha Azul do metro, que ligará Santa Apolónia à Amadora, adiantou Mário Lino, durante uma visita às obras no Terreiro do Paço, acompanhado das secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino, e do presidente do Metropolitano de Lisboa, Joaquim Reis.
O ministro justificou o atraso de dois anos e meio da obra do Terreiro do Paço com questões de segurança e a necessidade de reformular todo o projecto. «O anterior túnel teve de ser abandonado para que fosse construído um novo, mudou-se o local da estação. Na prática foi todo um novo projecto», sublinhou.





A Livraria Espanhola mudou-se da rua do museu do Chiado para a Rua da Madalena, 56-58 na fronteira de Alfama com a Baixa Pombalina.A Comissão Nacional de Eleições acusou a Gebalis de violar o princípio da neutralidade e imparcialidade e o seu presidente demitiu-se
Publicado no Publico, 27.09.2007, por Inês Boaventura
A Câmara Municipal de Lisboa aprovou ontem, por maioria, uma moção contra a construção do terminal de cruzeiros de Santa Apolónia e o facto de esta obra, da responsabilidade da Administração do Porto de Lisboa (APL), estar a ser desenvolvida sem que o município tenha sido ouvido sobre o assunto.
A moção, que foi aprovada com a abstenção dos vereadores do PSD, resultou da fusão de uma proposta do vereador José Sá Fernandes, do Bloco de Esquerda, com uma proposta dos vereadores da lista Lisboa com Carmona. Na moção defende-se que o terminal de cruzeiros interfere no "acesso e fruição da frente ribeirinha" e atenta contra "o sistema de vistas de e para o Tejo".
A Câmara de Lisboa decidiu contestar a construção do terminal de cruzeiros junto da APL e do Governo e exigir a este último que o município passe a ser "parte na discussão e aprovação de qualquer projecto para a zona em causa". A moção aprovada manifesta ainda "o profundo desagrado e indignação pelo facto de estar a ser feito um projecto desta envergadura e impacto sem que o município tenha sido ouvido", descontentamento que se estende à "forma de diálogo que a APL tem estabelecido" com a autarquia.
O presidente da Câmara de Lisboa considerou que o projecto que está a ser desenvolvido pela APL "é uma má solução", sublinhando que aquela entidade "não está dispensada de dar informação ao município". António Costa revelou ainda que em Abril de 2007 o ministro do Ambiente propôs à autarquia a constituição de três sociedades para intervir nas áreas da Baixa-Chiado, de Belém e de Pedrouços, proposta que acrescentou não merecer a sua concordância e estar a ser negociada com o Governo.
As mais duras críticas à APL vieram do ex-presidente Carmona Rodrigues, que a acusou de "falta de respeito institucional, transparência e rigor na utilização do erário público", e do vereador Pedro Feist, que afirmou que aquela entidade "persiste em fazer o que não lhe compete", vivendo "de costas viradas" para a CML. A pedido da vereadora Helena Roseta, António Costa vai agendar uma reunião extraordinária destinada a debater a frente ribeirinha e a relação entra a autarquia e a APL.
Na reunião de ontem, o vereador Fernando Negrão revelou que a Comissão Nacional de Eleições (CNE) concluiu que a empresa municipal Gebalis violou o "princípio da neutralidade e imparcialidade das entidades públicas" na campanha para as eleições intercalares em Lisboa. Em causa está uma queixa do PSD contra a Gebalis devido à realização num bairro municipal de um concerto do cantor Toy, na altura em que era apoiante e autor do hino da candidatura de Carmona Rodrigues.
Segundo António Costa, "na sequência" deste parecer em que a CNE censura "com veemência" a actuação da Gebalis e anuncia que vai enviar o processo para o Ministério Público, o presidente da empresa apresentou a sua demissão, devendo em breve ser apresentada a nova administração. O presidente demissionário é Francisco Ribeiro, que nas últimas eleições integrou a lista independente de Carmona Rodrigues.
A Associação do Património e da População de Alfama e o Fórum Cidadania Lx vão promover um debate público sobre as intenções da administração do Porto de Lisboa de construir um terminal para barcos de cruzeiro em Alfama.

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O Cruzamento da Avenida Infante D. Henrique com o Largo do Museu de Artilharia foi incluido pela CML no Programa de Acção de Identificação e Divulgação dos Pontos Negros na Cidade de Lisboa.


Publicado 20.07.2007 no Jornal de Negócios por Rui Peres Jorge (rpjorge@mediafin.pt) e Alexandra Noronha (anoronha@mediafin.pt)
O Tribunal de Contas (TC) afirma que a Administração do Porto de Lisboa (APL) está a perder milhares de euros por ano devido aos contratos de concessão pouco vantajosos que fez com as empresas que operam no espaço tutelado pela APL. Os contratos de concessão dos Terminais multiusos são os piores. O TC conclui que a APL deixou de cobrar mais de 3,7 milhões de euros por duas irregularidades: falta de definição da área concessionada e não cobrança das taxas devidas. O TC prevê ainda que a APL deixe de cobrar "pelo menos, 5,3 milhões de euros".
A auditoria do TC constatou que "a APL tem revelado acentuadas deficiências ao nível da monitorização e controlo dos contratos de concessão de movimentação de cargas", frisando que nenhum dos sete contratos em questão está suportado por um "estudo económico-financeiro que espelhe o equilíbrio das concessões". Paralelamente, o TC conclui que as condições que a APL aceitou fazem com que esteja dependente dos concessionários e que os prazos de concessão (entre os 20 e 30 anos) não favorecem a concorrência por serem muito longos.
Publicado por Gina Pereira Jornal de Notícias
Faz parte do rol das dez primeiras medidas anunciadas pelo novo presidente da Câmara de Lisboa proceder ao pagamento imediato dos 9,2 milhões de euros em dívida aos empreiteiros e reforçar a cabimentação em 7,2 milhões de euros para desbloquear 18 empreitadas que estão paralisadas na cidade, algumas há mais de um ano, exclusivamente por falta de pagamento. A maioria são obras de conservação e recuperação de edifícios, propriedade municipal, nos bairros de Alfama, Mouraria e Castelo, mas há também a já célebre obra do jardim de São Pedro de Alcântara - que devia estar pronta em Março e está parada desde Dezembro - ou da repavimentação da Alameda das Linhas de Torres, suspensa desde Fevereiro.
Ouvidos pelo JN, dois presidentes de juntas de freguesia da zona histórica congratularam-se pela notícia do avanço das obras - algumas duram há dez anos - mas preferem esperar para ver se a promessa se concretiza.
Francisco Maia, presidente da Junta de Freguesia de São Miguel, eleito pelo PS, andou a mostrar ao então candidato, António Costa, algumas das obras que estavam paradas no bairro e admite que isso o tenha ajudado a definir prioridades. Lamenta, contudo, que a obra da Rua Norberto Araújo, que estava a usar o miradouro de Santa Luzia como estaleiro, não esteja contemplada nesta lista. De acordo com este autarca, há mais de 350 pessoas que estão fora da freguesia, algumas há mais de dez anos, com a Câmara a pagar "rendas elevadíssimas", à espera que as obras acabem para poderem voltar às suas casas.
A lista das 18 empreitadas inclui ainda obras de reconstrução de arruamentos e passeios, recargas de pavimentos e a construção de uma residência para idosos em Campolide, suspensa desde Abril de
Já o candidato da Nova Democracia,
Por seu lado, Telmo Correia, do CDS-PP, defendeu que a reorganização da cidade pode ser feita já no próximo mandato, promovendo o «agrupamento de freguesias em bairros administrativos», num modelo «a meio caminho da solução francesa e espanhola».
Todos os candidatos recusaram a figura da «extinção» das freguesias mas Gonçalo da Câmara Pereira, do Partido Popular Monárquico, foi mais veemente quando criticou, ainda que de forma indirecta, Fernando Negrão, do PSD, e Telmo Correia, do CDS-PP, por darem o exemplo do modelo de Madrid e de Paris.
«Daqui nasceu o mundo», insurgiu-se o candidato, defendendo as «especificidades» da organização da cidade em freguesias.
Fernando Negrão considerou que o problema da «pulverização de freguesias é estrutural» na cidade e defendeu «o modelo francês», de organização em bairros administrativos.
No âmbito da nova legislação que o Governo está há mais de um ano a preparar para a criação, extinção e fusão de autarquias, prevê-se a extinção de freguesias com menos eleitores.
No início de 2006, chegou a ser noticiado que a nova legislação, que estava a ser preparada pelo Ministério da Administração Interna, então tutelado pelo agora candidato do PS à Câmara de Lisboa, António Costa, previa a extinção das freguesias de Lisboa com menos de cinco mil eleitores.
Ruben de Carvalho afirma que o projecto do Porto de Lisboa para construir uma zona comercial associada ao terminal para cruzeiros no Tejo frente a Alfama, vai ser «uma muralha» que destruirá a vista do rio
Publicado pela Lusa/ Sol em 03.07.2007
«A Câmara não pode alhear-se de nenhum projecto que diga respeito à cidade. A Câmara tem que levantar o problema junto da administração central», defendeu o candidato comunista às eleições de 15 de Julho, alertando que o projecto do Porto de Lisboa prevê «construção em altura de dois ou três pisos».
«Fazer um terminal para cruzeiros, até aí tudo bem. Mas preparam-se para fazer ali um centro comercial, ao longo de um quilómetro do cais e com dois ou três pisos de altura, ou seja, uma muralha que destruirá toda a visão de Alfama para o rio», criticou o cabeça-de-lista da CDU.
Ruben de Carvalho falava no Largo do Chafariz de Dentro, em Alfama, no final de uma 'arruada' por várias freguesias dos bairros históricos, que começou no Castelo de S. Jorge.
Sobre o projecto do Porto de Lisboa, o candidato da CDU considerou ainda que «até do ponto de vista económico» a ideia de um centro comercial no cais será prejudicial à cidade, prevendo que os turistas prefiram ali fazer as suas compras, e não saiam para a baixa da cidade.
A reabilitação urbana foi o outro tema levantado por Ruben de Carvalho na 'arruada'.
O candidato criticou a maioria PSD nos últimos seis anos na câmara por ter «transformado a recuperação de predios antigos» em «negócios e especulação».
Na 'arruada' por várias das freguesias de maioria CDU, animada pelo grupo de gaitas de foles 'O ronco do diabo', Ruben de Carvalho foi acompanhado pelo secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, e por vários membros da comissão política do PCP, como Fransciso Lopes,
O líder do PCP aproveitou para reiterar que as eleições intercalares em Lisboa têm também «uma componente nacional», apelando a «todos quantos se sentem atingidos pelas políticas injustas do Governo» para «votar na CDU» como forma de protesto.
Ja no início da arruada, Jerónimo de Sousa tinha declarado aos jornalistas que as eleições de 15 de Julho são «o momento de aliar o voto ao protesto, ao descontentamento».
Questionado pelos jornalistas, o líder do PCP afirmou que a responsabilidade por qualquer resultado da CDU, bom ou mau, será assumida pelo «colectivo».
«Aconteça o que acontecer, e deixemos o povo decidir, será sempre um resultado da CDU», afirmou, recusando que nas eleições esteja em causa a sua liderança no PCP.

EXMA. MESA DA ASSEMBLEIA
EXMAS. SENHORAS E EXMOS. SENHORES PRESIDENTES DE JUNTA
E DEMAIS ELEITOS
Somos moradores do bairro de Alfama, mais concretamente da Freguesia de Santo Estêvão, e vimos colocar a V. Ex.ªs alguns considerandos do que tem sido estes quase quatro anos de trânsito e estacionamento condicionado, imposto pelo Regulamento Específico da Zona de Estacionamento de Duração Limitada de Alfama.
Há cerca de 4 anos que o trânsito no Bairro de Alfama está sujeito a regras. Desde aí foi implementado um regulamento para condicionar o trânsito e o estacionamento nas ruas do Bairro.
Esse regulamento considera, entre outras coisas, trazer inegáveis benefícios para todos os moradores, nomeadamente:
· a segurança dos moradores, que veriam melhorada a circulação de viaturas de emergência;
· a circulação dentro do bairro, reduzindo bastante os bloqueios causados por carros mal estacionados;
· a facilidade para o estacionamento dos moradores, ao afastar do interior do bairro muitas viaturas de visitantes e outros, apesar de os lugares existentes não serem suficientes para os automóveis dos moradores, e por isso existirem sempre dificuldades;
· a melhoria do ambiente e da qualidade de vida de todos os moradores.
No entanto o que se verifica é que:
· a segurança dos moradores passou para segundo plano, pois continua a verificar-se dificuldade na circulação das viaturas de emergência e da própria PSP;
· continua a ser caótica a circulação nas ruas do bairro, pois ruas há em que existindo dois sentidos só consegue circular uma viatura de cada vez;
· a dificuldade dos moradores em estacionar continua a verificar-se, pois grande parte das viaturas estacionadas não têm dístico de autorização para o fazerem;
· o ignorar de todos os pedidos de reuniões e esclarecimentos, feitos pelos moradores e pela Junta de Freguesia de Santo Estêvão, por parte da administração da EMEL;
· depois de todos estes contratempos, a qualidade de vida de quem mora no bairro não melhorou, pois continuamos a ter que dar voltas e voltas ao bairro para conseguir estacionar.
Assim, consideramos fundamental para o bem-estar da população do bairro de Alfama o que a seguir enunciamos:
1. A execução plena do Regulamento aprovado em sessão de Câmara;
2. A fiscalização, por parte dos funcionários da EMEL ou da Polícia Municipal, das viaturas mal estacionadas, estacionadas há vários meses ou sem dístico de autorização para entrarem dentro dos limites do bairro, à semelhança do que é feito em outras zonas da cidade;
3. Fazer com que o Regulamento não seja aplicado de forma arbitrária consoante o funcionário de serviço, para que as regras sejam uniformes, ou seja, não haver dois pesos e duas medidas para permitir ou proibir as entradas no bairro;
4. Sinalizar nos acessos ao bairro a localização dos parques de estacionamento alternativos.
Para terminar:
Passados quase quatro anos da entrada em vigor da Zona de Estacionamento e Trânsito Condicionado no bairro de Alfama, os moradores sentem-se completamente – e sublinho completamente – abandonados pela Empresa Municipal de Estacionamento de Lisboa.
Lisboa, 15 de Maio de 2007
Publicado pela Lusa/ Jornal Sol
Setenta e três fadistas e 32 músicos participam a partir de quinta-feira e até 01 de Julho na iniciativa «Fado no Eléctrico nº 28», que pretende divulgar o fado amador pelas ruas de Lisboa
Os artistas convidados vão interpretar o fado mais tradicional e castiço junto da população que «deambula por Lisboa», refere um comunicado da Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural (EGEAC), da Câmara de Lisboa.
O evento, que já vai na quinta edição, decorre de 07 de Junho a 01 de Julho, de quinta-feira a domingo das 16h00 às 18h00 e das 19h00 às 21h00. O itinerário do eléctrico 28 passa pelo Martim Moniz, Graça, São Vicente, Alfama, Castelo, Sé, Baixa, Chiado, Calçada do Combro, São Bento, Estrela, Campo de Ourique e Prazeres.
A abertura da iniciativa, na próxima quinta-feira, contará com as actuações de Esmeralda Amoedo, Conceição Ribeiro, Milene Candeias, Ana Maurício, Luís de Matos e Henrique Batista, entre outros. No ano passado, 640 pessoas assistiram às participações de 65 fadistas e 23 músicos. O «Fado no Eléctrico» é uma iniciativa da EGEAC, e está inserida na programação das Festas de Lisboa deste ano.
Manuel Salgado diz que obra «vai favorecer o turismo» na capital
Publicado em portugaldiario.iol.pt em 30.05.2007
O número dois da candidatura de António Costa à Câmara de Lisboa, Manuel Salgado, defendeu esta quarta-feira a instalação do novo terminal de cruzeiros
«A localização está a ser estudada há vários anos e é uma localização estratégica porque é aquela que permite o acesso a pé ao centro da cidade», afirmou Manuel Salgado. O arquitecto falava aos jornalistas ao lado do cabeça-de-lista do PS às intercalares de 15 de Julho, António Costa, depois de uma reunião com associações do sector do turismo. O candidato socialista recebeu hoje representantes da Confederação do Turismo Português, Associação de Industriais da Hotelaria de Portugal, Associação de Restauração e Similares de Portugal, Associação Portuguesa de Agências de Viagens e Associação Portuguesa de Casinos.
A instalação do novo terminal de cruzeiros do Porto de Lisboa